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SÃO PAULO I: Centro
Postado por Estela T em fevereiro 13, 2016 Editado em junho 1, 2019

Dicas de Viagem à região Centro de SÃO PAULO com sugestões de passeios e restaurantes para mudar um pouco a percepção do centro velho da capital paulista Leia as nossas dicas e se programe para desvendar a cidade!

São Paulo é conhecida no Brasil como a cidade do trabalho, cidade business, centro gastronômico, cidade que não pára e não dorme, cidade da alta costura e a cidade mais cosmopolita do país. Algumas pessoas a consideram feia, cidade cinza, poluída, super lotada, parada pelo trânsito, pixada.... Até eu já a considerei assim, mas decidi dar uma chance e deixar de ser hipócrita e conhecer a metrópole de verdade.

Seus habitantes, conhecidos como paulistanos, são super abertos a tendências de moda, tendências urbanas, tendências comportamentais. Eu os considero muito simpáticos e você não passa despercebido, é fácil conversar com um no metrô ou no supermercado, enfim... o paulistano não é indiferente.

Cada vez mais a cidade recebe turistas do mundo todo e muitos profissionais também do mundo todo, sendo que boa parte destes acaba fixando residência por aqui. É uma cidade que recebe elogios e críticas, mas no fundo, tudo depende da expectativa da pessoa que a avalia. No final entendo que uma pessoa possa falar muito mal desta cidade, até eu já a julguei mal, mas é necessário entender o contexto em que a cidade está atualmente e , desta forma, não vai adiantar fazer comparações dela com países de economias mais fortes e/ou culturas diferentes. Com isso em mente, comecei a descobrir a São Paulo que sempre esteve aos meus pés, mas que eu neguei conhecer a fundo... E a descoberta foi ótima e continua sendo reveladora!

Então espero que eu possa contribuir com você a descobrir ou até mesmo redescobrir a São Paulo!

 

Nota: a cidade foi dividida por regiões conforme definição do site SP-Turismo da Prefeitura da Cidade. Nesta primeira página você encontra sugestões para conhecer o Centro. Na página São Paulo II você encontra a zona Oeste, na página São Paulo III você encontra a região da Paulista, na página São Paulo IV é dedicada à região Sul e a página São Paulo V para a região Leste e Norte. São Paulo tem muita, mas muita coisa, portanto, a todo momento as 3 páginas estão sendo alimentadas por novas fotos e mais conteúdo, ou seja, mais destinos para você conhecer!

 

Textos e fotos do Itinerário de Viagem, favor não copiar e usar indevidamente!

Liberdade

 

CCSP - Centro Cultural São Paulo

Saindo da Estação do metrô Vergueiro e não muito distante da Avenida Paulista, está o CCSP - Centro Cultural São Paulo. Como o nome já diz, é um centro cultural com diversos formatos: teatro, cinema, exposição de artes visuais, biblioteca, espetáculos adultos e infantis, danças, oficinas, cursos e etc, tudo gratuito ou com ingressos a preços populares. Um dos primeiros do Brasil nesta configuração.

Inaugurado em 1982 e possui 46.500 m². Além dos atrativos no seu interior, possui um jardim suspenso (e até horta) que é um ótimo convite para dar um tempo no concreto em volta.

Vale a pena ficar de olho na programação do CCSP porque sempre tem algo muito curioso rolando por lá. Além disso, é interessante notar os grupinhos de adolescentes que vão até o CCSP para ensaiarem passos de dança, do estilo street dance.

Informações:
Horário de funcionamento
: de terça a sexta das 10h-20h e sábado e domingo das 10h-18h. Fechado nas segundas.
Endereço: Rua Vergueiro 1000 (ao lado da estação do metrô Vergueiro)

São Paulo Sul e Centro, CCSP, Centro Cultural São Paulo
São Paulo Sul e Centro, CCSP, Centro Cultural São Paulo
São Paulo Sul e Centro, CCSP, Centro Cultural São Paulo

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Bairro da Liberdade

Considerado o bairro japonês de São Paulo, é hoje um bairro turístico com características bem peculiares como um portal vermelho e lustres de iluminação pública bem no estilo japonês. Mas muita gente não sabe que no início, o bairro abrigava uma organização de ex-escravos e descendentes e muitos deles moravam na região. Os japoneses só chegaram no bairro a partir de 1912, atraídos pelos baixos preços dos aluguéis. Estes novos imigrantes começaram a abrir comércios de produtos japoneses, hospedarias e restaurantes, dando forma no que vemos mais ou menos hoje (porque muita coisa mudou). Com a grande concentração de japoneses, também foram surgindo os "kaikans" de cada província japonesa e estes "kaikans" nada mais eram do que centros de suporte ao imigrado e hoje difundem a cultura de cada província.

Uma vez me falaram que o nome "Liberdade" para o bairro surgiu por uma denominação dada pelos próprios japoneses imigrantes, que, quando chegavam lá consideravam o local como uma liberdade, ou seja, liberdade da miséria que viviam no Japão.

Bom, digamos que hoje o bairro não é mais 100% japonês, visto que muitos chineses e coreanos são donos de grande parte dos estabelecimentos comerciais do bairro, tanto que o ano novo chinês é comemorado por lá.

É sempre caótico ir pra Liberdade mas geralmente você encontra produtos japoneses e principalmente aqueles específicos da culinária japonesa. Como muitos japoneses se espalharam por São Paulo, você pode encontrar tais produtos em mercearias japonesas em outros pontos da cidade, mas a variedade destes produtos só lá na Liberdade mesmo que você encontra. Alguns são tão caros quanto nos outros bairros, mas é possível encontrar raridades, o que já valeria a pena se deslocar para lá e fazer uma boa compra. Lógico que produtos da Ásia inteira são oferecidos por seus estabelecimentos e as lojas da rua Galvão Bueno são as melhores e pertinho do metrô.

Outro ponto interessante é ir a lojas especializadas em produtos de beleza e algumas destas são gigantescas! A quantidade de produtos também atrai muitos profissionais da beleza e até consumidores finais como nós. Ultimamente tenho notado um aumento de lojas especializadas em maquiagem. Entrei em uma e fiz umas boas compras!

 

Há muitos restaurantes japoneses ou asiáticos no geral. Não conheço nem 1\1000 deles mas já entrei em alguns que me deu calafrios (e saí correndo)! Portanto, se você for comer comida japonesa sem saber o básico sobre comida japonesa de ponta, sugiro fazer uma pesquisa antecipadamente. Tem um que eu gosto muito mas esqueci o nome. Lembrando dele, eu edito aqui! O outro é o Lamen Aska que escrevi mais abaixo.

Mas a dica para quem procura bons restaurantes é ir até a rua Thomaz Gonzaga.

O bairro possui lugares bem sujos, então... não se decepcione por falta desta informação! Ah, a dica é tomar cuidado com bolsas e carteiras porque na muvuca, você pode ser furtado. Mas sem paranóias, ok?

Fique esperto porque (quase) sempre no primeiro final de semana de Julho de todos os anos é comemorado o Tanabata Matsuri, ou Festival das Estrelas. Ao lado e abaixo estão os registros da festa, onde você compra um papel com uma determinada cor para escrever um desejo.

Leia como é esta festa aqui no neste nosso link: Agenda: Festival das Estrelas

Tanabata Matsuri no Bairro da Liberdade em São Paulo

Dia de Tanabata Matsuri

Tanabata Matsuri no Bairro da Liberdade, São Paulo, Brasil

Arredores do portal da rua Galvão Bueno em dia de festa

Outro comemoração que rola lá no bairro da Liberdade é o Ano Novo Chinês. Como este evento ocorre em apenas um dia, lota muito. É praticamente insuportável andar pelo evento, até porque, as ruas do bairro não foram projetadas para receberem tantas pessoas.

O Ano Novo Chinês que prestigiamos foi em Fevereiro de 2018 e celebrava o ano do cachorro. Nós do Itinerário de Viagem torcemos para que este ano não fosse o ano do carro louco. Digo que fiquei decepcionada com o evento. Não só pela superlotação, mas em questões estéticas. Queria ter visto o bairro mais decorado e barracas de comidas mais típicas. As tradicionais barracas de comida estavam lá, porém, com os tradicionais petiscos japoneses. Aliás, nunca vale a pena comer neles porque, por exemplo, o tempurá é massudo e sem sabor e as porções de outras iguarias são pequenas, não compensam por conta do valor.

O Ano Novo Chinês na Liberdade não tem roupas típicas, não tem fogos de artifício, nem pipas e nem lamparinas de luz. Só há um desfile de leões e dragões de algumas escolas do tipo yoga e kung fu, mas não são alegorias muito caprichadas... faltou uma "pomposidade" nos dragões.

Há umas barracas de caligrafia que podem ser interessantes e alguns que vendem "vestimentas" chinesas (as chamadas cheongsam), porém em versões bem banais e simplórias e mais algumas coisas que não consegui averiguar porque não consegui chegar perto para contar mais a respeito aqui!

São PAulo: Centro e SUl, Ano Novo Chinês, Bairro da Liberdade, 2018, Ano do Cachorro
São PAulo: Centro e SUl, Ano Novo Chinês, Bairro da Liberdade, 2018, Ano do Cachorro
São PAulo: Centro e SUl, Ano Novo Chinês, Bairro da Liberdade, 2018, Ano do Cachorro

dicas e fotos para conhecer o centro de são paulo elaborados por itinerário de viagem, favor respeitar

Lamen Aska

Estando na Sé, ande um pouco até o bairro da Liberdade e recomendo você procurar o restaurante Lamen Aska na rua Galvão Bueno, 466. O lugar é pequenino e eles só servem ramen, que é o famoso e tradicional ensopado de shoyu (e suas variações) com uma carne (geralmente porco) e macarrão. Ah, lá só se paga em dinheiro vivo.

Como disse, o lugar é mega pequeno e super concorrido por conta da sua tradição (deve ser a primeira casa de "ramen" da cidade de São Paulo), qualidade, credibilidade, sabor e (o melhor de tudo) preço. Provavelmente você encontrará uma fila expressiva do lado de fora. Mas tenha fé que você, em algum momento, vai entrar! A dica é chegar cedo, tipo... 11h30 da manhã ou 18h da noite rsrsrsrs. Outra dica é ir com poucas pessoas, no máximo 3 contando com você, porque, como é pequeno, arranjar uma mesa para um grupo maior vai ser mais demorado e outra... provavelmente você se juntará à mesa com desconhecidos, mas coloque na cabeça que é assim mesmo!

Como eu tenho descendência japonesa, sou muito, mas muito chata com comida japonesa adaptada, ruim ou imitada. Então um ramen do Aska me deixa muito feliz em poder comer algo bem original e gostoso. E eu realmente amo ramen.

Se puder ou ter a sorte, sente-se no balcão porque você poderá ver a equipe preparando os ramens!

Já fui umas 5 vezes lá e quase todas as vezes que fui, cheguei às 11h30. Uma única vez fui no jantar, em um dia estupidamente frio, daqueles que espanta até fila do lado de fora do estabelecimento! A maioria das vezes que fui, dividi a mesa com pessoas que não conhecia e nunca fiquei no balcão (infelizmente).

O bowl que é servido o ramen é gigante, sério.... é grande mesmo (ao menos pra mim). Mas é tão gostoso que até eu consigo comer um inteiro. Dependendo do tamanho da fila que está lá fora, se você quiser que eles coloquem mais macarrão no caldinho que você não comeu e deixou no bowl, eles colocam. Mas se a fila estiver mega grande, eles negam mais uma porção de macarrão. E depois que você terminar de comer, saiba que o Lamen Aska não é um lugar pra ficar papeando, esperar a sobremesa, tomar um café e ficar lá esquentando lugar. Não! Comeu, paga a conta e vai embora. Quase até sem olhar pra trás rsrsrsrs

Endereço: Rua Galvão Bueno, 466
Horário de funcionamento: das 11h-14h e depois das 18h-21h (não abre segunda)

Estou preparando uma matéria falando sobre os ramens da cidade porque está virando "modinha" e trarei algumas curiosidades! Será um post que adicionarei o link aqui! Fique de olho!

 

O lamen Aska

O lamen Aska

 

Balcão do Lamen Aska

Balcão do Lamen Aska

Sushi Yassu

Como disse anteriormente, para quem procura bons restaurantes e não quer se arriscar muito e cair em uma biboca, procure pela rua Thomaz Gonzaga. Lá eu conheço o Sushi Yassu que tem uma fachada bem típica japonesa e quando você entra nem imagina como ele é relativamente grande. Além disso, dentro do restaurante há uma espécie de saletas que te faz se sentir no japão, com portinha para deixar o local privativo e você se senta praticamente no chão. Não tenho fotos do local porque as duas vezes que fui, a ocasião não ornava com selfies e fotografias dos pratos, mas já digo que, para quem acha que lá existe rodízio de comida japonesa com muito cream cheese e yakisobas, se decepcionem porque lá só servem comida top e muito próxima do original do Japão.

Preço médio por pessoa +ou- R$70 a 85 (depende muito do que pedir... mas esta estimativa é para pratos quentes, nada de sashimis e incluindo bebidas não alcoólicas)

Endereço: R. Tomás Gonzaga, 98

Espaço Kazu

Outro local que recomendo é o prédio vizinho do Sushi Yassu, o Espaço Kazu. O Espaço Kazu é um prédio recheado de comida boa. São dois andares e eu só não conheço o andar térreo que vende basicamente comida japonesa mais "comum". Não sei se eles possuem rodízios brasileiros, mas provavelmente não. Para quem quiser comer um sobá, um macarrão ao caldo típico e diferente de lamen, podem experimentar um por lá, mas prefira nos dias mais frios.

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Meu Udon, Espaço Kazu

Meu Udon

O andar superior é dividido em duas partes: do lado direito há um salão que serve udon, uma outra variação do macarrão ao caldo típico no restaurante chamado Meu Udon, porém, o udon é especial porque é artesanal.

Para quem não entende bulhunfas, saiba que a diferença de lamen, udon e sobá (e tem o somen ainda) são praticamente o jeito que se faz os caldos e o tipo de macarrão (além disso, o lamen veio da China e adaptado no Japão). Quando eu fizer um comparativo com todos os 4, colocarei o link aqui para facilitar a vida de vocês, mas já falo para vocês que o udon possui o macarrão mais grosso e em casa minha mãe sempre fazia. Possivelmente neste local é a primeira vez que vejo este prato à venda!

Posso garantir que é uma delícia, com gostos bem sutis. Como eu não como carne bovina e algumas opções que eu queria provar eram justamente com este produto, parti para a única opção com carne suína, legumes e ovo poché. Estava imaculadamente gostoso! Um prato médio encheu muito bem a minha barriga e, apesar do bowl parecer grande, juro que eu comeria um maior rs (só pela gula).

Poxa, mas você só come isso na Liberdade? Estes caldos com macarrão?

Bom, falei já que fui no Sushi Yassu né? Lá tem opções mais sólidas mas deixo bem claro que, em se tratando de comida japonesa, meu prato favorito são os macarrões com caldo, ou seja, amo: udon, lamen, sobá e somen.

Valor médio por pessoa incluindo água para beber: +ou- R$40 a 50

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Choux-cream com azuki e matchá

Kazu Cake

Com a barriga forrada de muita gostosura, o Espaço Kazu ainda tem os deliciosos doces da sua confeitaria chamada Kazu Cake. Eu já fui diversas vezes lá só pra comer um doce delicioso. As especialidades são os choux-creams e os bolos. Eu basicamente só comi estas coisas lá, nunca experimentei as tortinhas e outras coisas mas acredito que sejam maravilhosos também.

Uma das coisas que mais amo nesta confeitaria é que a qualidade sempre se manteve desde a primeira vez que a conheci e outra, o nível de açúcar dos doces é perfeita, sendo ela bem baixa. Então não são sobremesas que vai te empapuçar!

Depois que o matchá (chá verde japonês concentrado) virou moda na confeitaria mundial, a confeitaria do Espaço Kazu não ficou de fora e traz o choux cream com este pó verde mágico que eu AMOOOO.

A foto ao lado eu trago o doce que eu comi com muito chantilly à esquerda e uma outra variação à direita, com creme patissiere de matchá, doce azuki (feijão preto japonês e doce), chantilly dentro do choux polvilhado com matchá que eles chamam de 'craquelim'. Não que eu não g oste de azuki, mas queria o outro!

Estava bom? Olha, assim como o udon, estava imaculado! Valor médio dos doces de R$9,00 a 15,00

EndereçoR. Thomaz Gonzaga, 84/90

 

Peixaria Mitsugi, restaurante japones, comida japonesa, bairro da liberdade, sao paulo, brasil, america do sulPeixaria Mitsugi

Outro restaurante bem legal para se comer comida japonesa mais tradicional, porém em ambiente u pouco mais descolado é a Peixaria Mitsugi que, de fato, é uma peixaria tradicional que funciona no bairro desde 1971, mas em 2017 resolveu se reinventar e abriu um espaço para restaurante. O local não tem cheiro de peixaria e só de imaginar em comer um sashimi bem mais fresco me animou e muito!

Peixaria Mitsugi, restaurante japones, comida japonesa, bairro da liberdade, sao paulo, brasil, america do sul

Sashimi de salmão e namorado

Não deixe de pedir de entrada a alga wakame que custa R$15 e depois já peça o seu gohan com cebolinha (R$6,00) e seu sashimi. São porções de 100g cada peixe e os preços variam conforme o tipo de peixe. Para se ter uma ideia: 100g de sashimi de atum ou salmão ou robalo R$25. Outros peixes como namorado ou pargo R$19. Existe a opção de combinado de 200g de sashimi + ovas (25g) e missoshiropor R$69/pessoa.

O cardápio não é grande mas possui várias outras opções que eu não provei, então, não posso opinar. Mas só sei que garanto que a qualidade do peixe é muito boa e o atendimento idem! Demora um pouco para chegar os pratos, caso você esteja em um grupo grande!

Informações:
Endereço: Rua Galvão Bueno, 364
Horário de funcionamento: Segunda a Sábado das 12h-15h e das 19h-23h. Domingo das 12h-17h

É importante saber que a peixaria fica ao fundo de uma galeria comercial que pode passar batido por você. Então anote direitinho o endereço para não se perder!

Textos e fotos do Itinerário de Viagem, favor não copiar e usar indevidamente!

 

dica para conhecer a liberdade em sao paulo

MHIJB - Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil

 

armadura samurai em exposição no MHIJB - Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil

Armadura samurai

Um outro lugar bem interessante no bairro da Liberdade é o MHIJB - Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, museu que funciona desde 1978 dentro do prédio do Bunkyo (uma associação feita por imigrantes japoneses chamado também de "Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social" e mantém atividades para manter a cultura japonesa em atividade, com incentivo às danças folclóricas, eventos musicais, encontro de jovens, atividades esportivas e etc, além de manter o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil na sua sede e o Pavilhão Japonês, que fica dentro do Parque do Ibirapuera).

Interessante notar que, até mesmo os não descendentes de japoneses acabam encontrando similaridades que seus avós ou bisavós enfrentaram quando imigraram para o Brasil, o que vale a visita não apenas para a comunidade nikkei brasileira!

O museu ocupa 3 andares do Bunkyo e é muito rico nos registros da época (o sétimo andar está em reforma e estará liberado para visitação em Janeiro/2019). Se informe sobre as visitas guiadas porque para absorver ao máximo os detalhes contidos neste museu!

Informações:
Horário de funcionamento: Terça a domingo das 13h30-17h
Endereço: Rua São Joaquim, 381
3º andar - Biblioteca/Escritório
7º, 8º e 9º andares - Exposição Permanente
Entrada: R$16,00 (Valor de Maio/2019)
Audioguide: ~R$15 (retirada no 8º andar)

objetos no MHIJB - Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil
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Eat Asia

Balcão de atendimento do eat asia em sao paulo

Balcão de atendimento

No início quando eu ouvi falar do Eat Asia, achei que seria algo na linha do Eataly mas não... basicamente é um restaurante (apesar de ter uma prateleira de doces e salgadinhos asiáticos + geladeira de bebidas incluindo iguarias asiáticas também). Pelo nome achei que era um restaurante de comida asiática em geral, mas não... o que encontrei por lá foi um restaurante que serve alguns poucos pratos da culinária japonesa podendo haver ou não alguns toques de algum outro lugar da Ásia. Jurava que iria encontrar Coreia, Vietnã e coisas do tipo, então já vou avisando que o negócio tá mais no Japão do que em qualquer outro lugar.

A casa possui pratos com preços mais acessíveis nos domburis que são pratos típicos de japonês operário, algo que podemos comparar como o "prato feito" do brasileiro, onde vem num potinho muito gohan (arroz japonês) e em cima alguma proteína e mais algum molho gostoso.

Eu pedi um domuri de karaague que é um frango frito japonês e me ofereceram para escolher quatro molhos para acompanhar os meus frangos: maionese com wasabi, molho tarê, maionese com pimenta tailandesa e maionese com sriracha (pimenta) que é originária da Tailândia. Quando eu perguntei a diferença da sriracha com a pimenta tailandesa, a atendente não entendeu qual foi o meu ponto de vista ao fazer tal pergunta. Bom, como eu sei o gosto da sriracha e não sabia o gosto desta tal tailandesa, pedi esta última. A única infusão asiática no meu prato, além das fronteiras japonesas, foi esta maionese que eu até gostei.

O karaague estava bom, porém nada crocante como deveria ser e meio borrachudo. O namorido pediu um tonkatsu que é carne de porco empanado que vem com molho tarê e estava ok, nada muito wowwww.

Outros pratos que servem são os pokes (apenas 2 opções de sabor, o que eu acho um aspecto negativo) que nada mais são do que comida japonesa do Havaí, hot dog japonês (?), hamburgers e pratos com sushis e sashimis que, pelo tamanho da porção, achei caros.

O restaurante fica na Praça da Liberdade, 145. Abre todos os dias das 11h30-18h30. Achei muito estranho estes horários...

Domburi Karaague do eat asia em sao paulo

Domburi Karaague

Tonkatsu do eat asia em sao paulo

Tonkatsu

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89ºC Coffee Station

89ºC Coffee Station em sao paulo

Salão de atendimento do 89ºC Coffee Station em sao paulo

Esta nova cafeteria sempre me chamou atenção, porém nunca conseguia ter coragem de entrar porque ela está sempre abarrotada de clientes. Me fez lembrar que a cafeteria moderninha mais antiga do bairro (do outro lado da rua) também era assim e oferecia bem menos produtos do que esta nova concorrente.

O local realmente chama a atenção porque lembra umas cafeterias de NY, é moderna, algo muito diferente no bairro e que é possivelmente (e e espero eu) que seja a tendência (pelo menos estética) para o bairro.

Calhou de eu estar de bom humor para encarar o formigueiro e finalmente entrei. Fui em busca de dois doces que conhecidos haviam me dito que eram bons: o donuts e o choux-cream. Bom, o donuts eu realmente achei que deveria ser divino porque eles possuem até uma venda direta para a rua, fazendo com que as pessoas não precisem entrar no estabelecimento para comprarem o doce. Havia uns 12 sabores e perguntei qual seriam os mais pedidos, bom... não sei se foi azar, mas fui de Oreo com recheio de creme, que foi indicado como um dos que mais saem, e não gostei muito. Não sei gosto de Oreo, só senti gosto da gordura de fritura. Na minha opinião, se o gosto de óleo é inaceitável até em um pastel de rua, imagina em um doce que deve ser delicado?

O choux-cream também foi decepcionante, não que não estivesse bom, mas é que estava com gosto de farinha, o creme não tinha personalidade e não estava na temperatura ideal.

Pra finalizar, pedimos um mocha chocolate que estava muito doce. Acho que não era o nosso dia!

Fica na Praça da Liberdade, 169. Abre todos os dias das 07h30-20h.

Donut e choux cream do 89ºC Coffee Station em sao paulo

Donut de Oreo e o Choux-Cream

balcão de doces do 89ºC Coffee Station em sao paulo

Balcão de doces

donuts do 89ºC Coffee Station

Donuts do 89ºC Coffee Station

bolo de melão no 89ºC Coffee Station em sao paulo

Bolo de melão a venda

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Lugares que quero visitar/conhecer que podem ser lugares que eu já fui várias vezes mas preciso de fotos decentes para falar deles aqui no blog:

  • Ainda quero conhecer o Hachi Crepe & Café que, pelo nome, já dá pra saber que é um café que vende crepes, e que apesar de crepe ser uma iguaria francesa, no Japão eles fizeram a versão nipônica e esta casa vende algo do tipo.
  • Já fui excessivas vezes no Bakery Itiriki e acredito que o local chegou a ter um certo destaque porque no bairro não existia algo do tipo ou melhor, porém, hoje, ainda bem, temos as concorrências maravilhosas e acredito que o Itiriki deva tomar cuidado porque, a última vez que fui não estava nada lá digno de voltar o mais breve possível...
  • Outro lugar é o Sushi Lika que dizem que é muito bom, mas só indo lá para provar...

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Sé / São Bento / República

 

 

 

Catedral Metropolitana da Sé

 

sp-13A Catedral da Sé marca o centro de São Paulo. Em 1591 havia neste local uma Igreja da Sé que foi demolida para construírem uma outra (talvez um pouco maior) no estilo barroco, em 1764. Esta nova igreja foi a igreja central da cidade até 1911, já que em 1913 começou um novo projeto para uma catedral, financiado por famílias da burguesia da cidade.

O arquiteto contratado foi o alemão Maximilian Emil Hehl, que projetou uma enorme igreja em estilo eclético com vários elementos de estilos distintos, como a cúpula e o arco ogival. Apesar de ser considerado eclético, podemos observar uma predominância do estilo neogótico.

Todos os mosaicos, esculturas e mobiliário que compõem a igreja foram trazidos por navio da Itália, porém com a ocorrência da 1ª e a 2ª Guerras Mundiais, a obra sofreu um grande atraso.

A inauguração da nova catedral ocorreu somente em 1954, com as torres ainda inacabadas, mas estas foram terminadas em 1967. As obras foram tocadas inicialmente por Alexandre Albuquerque, e, a partir de 1940, por Luís Inácio de Anhaia Melo.

Teve uma grande reforma entre 2000 e 2002 e ainda é a maior igreja da cidade, com 111m de comprimento, 46m de largura, duas torres com 92m de altura e uma cúpula. Tem capacidade para abrigar 8.000 pessoas. Possui 800 toneladas de mármore no seu acabamento.

Possui um gigantesco órgão atrás do altar principal, sendo bastante inusitada a escolha da alocação do mesmo, não é mesmo? Mas isso se deu devido ao tamanho dele, que provavelmente não foi previsto no projeto da catedral. Ele  foi construído em Milano, Itália, pela empresa Balbiani & Rossi em 1954 e doado pela companhia Antárctica (hoje AmBev). O instrumento tem dois corpos e uma "console" (mesa de teclados), 12 mil tubos sonoros e 124 registros, sendo 112 os registros reais. Cada teclado possui, prontas, cinco combinações sonoras fixas e seis combinações manualmente ajustáveis. É o maior órgão de tubos do Brasil e, possivelmente, da América Latina. Mas infelizmente ele está quebrado e só pode ser reparado na Itália, sendo o translado caríssimo.

Eu gostei da catedral, a praça externa que dá de frente à catedral possui uma espécie de palmeiras enfileiradas que dá um charme à construção. Apesar de muitas pessoas que podem ter um aspecto agressivo estarem por toda a praça, há mitas viaturas policiais. Então, o passeio é tranquilo.

A igreja estava comum número considerável de pessoas sentadas e rezando. Mas há alguns mendigos que tiram um cochilo em seus bancos, nada que atrapalhe a visita. Como era fim de tarde, o sol nos presenteou com aquela luz baixa e morna, batendo nos vitrais e deixando uma luz colorida linda.

Corredor Central

Corredor Central

Luz do fim da tarde nos vitrais

Luz do fim da tarde nos vitrais

Cripta da Catedral Metropolitana da Sé

A cripta

Lindo altar de capela

Lindo altar de capela

Apesar de tudo, eu achei o passeio pela cripta o mais legal. Ela fica bem debaixo do altar principal e tem horário para entrar nela. Consulte na secretaria da catedral, mas saiba que o limite de horário é até 17h. A cripta é um belo salão, que mais me lembrou um salão de castelo medieval europeu, com várias colunas e arquitetura gótica. Há arcebispos enterrados lá, além de alguns personagens importantes da história do Brasil como o índio Tibiriçá, o cacique Guaianás, o Regente Feijó(governante do Brasil durante o período regência) e Bartolomeu Lourenço de Gusmão. A visita é monitorada e pode durar 30 minutos.

Informações:
Entrada: Gratuita para a catedral, mas para a cripta são R$5 (exceto em horários de missa e até 17h)
Endereço: Praça da Sé.
Metrô próximo: Sé.

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Caixa Cultural

 

A Caixa Cultural é mais uma opção de espaço expositivo de São Paulo, porém, não rola por lá grandes exposições tão expressivas assim... Até pelo layout da coisa, deixa a desejar. Sinto que a iluminação é muito equivocada e a energia por lá não flui, não sei explicar....

O prédio onde ocupa é patrimônio e tem uma arquitetura que curto muito: art decó. Bom... pelo menos lembra... Possui em seu acervo diversos objetos e documentos referentes à história da Caixa Econômica Federal e ao sistema financeiro do Brasil, coisa que não me apetece muito não... Possui ainda espaços internos com ambientação de época e elementos originais conservados, que podem tornar a visita um pouco menos chata.

Além dos espaços expositivos que falei um pouco mais acima, possui sala de leitura, sala de oficinas e um auditório que estão tão bem escondidos que, em uma visita mega chata, são impossíveis de serem encontrados por falta de interesse mesmo. Ok... sempre tive azar de não encontrar exposições ou eventos substanciais no que considero assim, mas fique ligado porque a Caixa Cultural mantém programação permanente com espetáculos de dança, teatro, shows, debates, sessões de vídeo e cinema, leituras dramáticas, palestras, além de exposições temporárias, sobretudo no campo das artes visuais.

Caixa Cultural, São Paulo, Brasil, América do Sul

A recepção da Caixa Cultural

Caixa Cultural, São Paulo, Brasil, América do Sul

Exposição temporária

Caixa Cultural, São Paulo, Brasil, América do Sul

Um vitral que chama a atenção

Critiquei muito né? Mas o Itinerário de Viagem só fala verdades minha gente... Não há grande expressividade no cenário e, caso não haja algo realmente relevante que te faça ir pra lá, não precisa entrar. Evite o risco da região simplesmente não indo (sério... é bem tenso na região, tanto que nunca consegui tirar fotos da sua fachada). Mas como disse, exceto quando algo na programação te chamar a atenção.

Informações:
Horário de funcionamento: de Terça a Domingo das 09h-19h. Fechado nas Segundas. 
Endereço
: Praça da Sé, 111
Gratuito.

Textos e fotos do Itinerário de Viagem, favor não copiar e usar indevidamente!

 

Pateo do Collegio

Fachada do Pátio do Collegio no centro de São Paulo

Local onde a cidade "nasceu"

O Pateo do Collegio foi o local onde se construiu a primeira edificação não indígena na cidade de São Paulo, pelo padre Manuel da Nóbrega, o padre Anchieta (que era noviço na época da construção) e vários outros jesuítas. O objetivo era a catequese dos indígenas. Desta forma, o nascimento da cidade foi marcada com a construção do Pateo do Colégio.

O dia estava quente, na verdade foi o dia mais quente há anos, mas mesmo assim estávamos firmes e fortes para conhecermos o centro de São Paulo. Chegando facilmente no Pateo, só me dei conta de que o famoso pátio é o calçadão externo na parte da frente do prédio histórico, ao perguntar para uma moça do "informações aos turistas".

Entramos no prédio a fim de buscarmos a bilheteria e conhecermos o Museu Anchieta. Mas antes disso, lá dentro, percebemos um pequeno restaurante muito simpático com cafeteria. Eu já tinha almoçado mas com certeza um dia voltarei para almoçar lá.

O prédio já teve muitas modificações desde sua inauguração, em 1554. Ele já foi expandido, demolido, refeito, teve a fachada modificada, o pátio mudou várias vezes, a fachada voltou ao seu original, caiu em decadência e em 1972 foi restaurado nos moldes que vemos hoje, com parâmetro nos projetos originais do edifício tanto interior quanto exterior. De todo o complexo, apenas alguns fragmentos originais permanecem e estão protegidos com vidro ou com acesso restrito para visitação. No próprio restaurante podemos ver uma parte das paredes em ruínas atrás de vidros e o passeio que te leva à Cripta de José Anchieta, você vê as ruínas a certa distância.

Estátua do Padre Anchieta

Estátua do Padre Anchieta

Infelizmente no interior do edifício não são permitidas as fotos. Mas há uma praça lá dentro com uma estátua de Anchieta e uma índia que você pode tirar fotos. Dentro do museu há muitos objetos da igreja, alguns quadros retratando o padre e uma ala com um bom apanhado da história do Centro da cidade e de como ela foi modificada, apresentada em forma de maquete (que é surpreendente), cartografia e um timeline estilizado do Pateo. Eu adorei aprender um pouco mais sobre o desenvolvimento urbano, apesar de que me cortou o coração ao ver as aldeias indígenas sendo substituídas por ruas e concreto.

O passeio pode durar até 1 hora caso você goste do conteúdo e de história, porque há muita informação escrita.

Ao lado do museu há uma igreja e estão expostos o manto do padre Anchieta e até o fêmur do mesmo! Achei meio impressionante...

Informações:
Horário de funcionamento: 9:15, 10:15, 11:00 13:15, 14:15 e 15:00. Não sei ao certo quais dias da semana funciona a visitação ao museu porque o site do Pateo não especifica.
Entrada: R$6 (este valor é de 2015, não consigo atualizar sta informação)
Endereço: Praça Pateo do Collegio, 2 - Metrô próximo: Sé ou São Bento.
Necessário agendar para grupos maiores (telefone 3105-6899 de Terça à Sexta). Bolsas e mochilas são guardadas na bilheteria. Possui banheiro pago (R$2)

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Solar da Marquesa

 

sp-05O Solar da Marquesa de Santos é um daqueles lugares que eu sempre quis conhecer mas sempre adiei a visita. Até que surge aquele dia que você simplesmente vai!

O prédio foi adquirido por Domitília de Castro e Canto Melo, em 1834. Domicílio era mais conhecida como a Marquesa de Santos, e acabou transformando este prédio em uma das residências mais aristocráticas de São Paulo, regado com muitas festas.

Acredita-se que o edifício é do século XVIII somente devido a suas características arquitetônicas, fazendo dele o último exemplar referente à arquitetura residencial urbana de São Paulo daquele século. Desta forma, a visita é muito válida!

Obviamente o edifício sofreu muitas alterações e ampliações e quando Domitília faleceu, prédio passou a ser de seu filho e em 1880 acabou sendo vendido e a partir de então passou de mão em mão e mais modificações foram feitas no prédio.

Quando estava totalmente descaracterizado, o delicado projeto de recuperação teve início em 1991. O pavimento superior ainda possui as paredes de taipa de pilão e pau-a-pique do século XVIII e mantém as características ambientais das intervenções do século XIX, que na sua visita, você poderá conferir.

Apesar de ser muito difícil reproduzir como era originalmente, andar por lá ainda dá aquela sensação de casa daquela época e bem no estilo português. Vale lembrar que o edifício inteiro não possui ar condicionado, então, se estiver calor, vá com roupas leves porque é quente.

O passeio pode levar de 30 a 40 minutos. às vezes há exposições temporárias, por isso que o tempo da visita pode variar.

Informações:
Horário de funcionamento: 
Terça a Domingo, das 9h às 17h
Há Serviço Educativo no local
Entrada: Gratuita
Endereço: Rua Roberto Simonsen, 136, Sé.
Metrô próximo: Sé ou São Bento.

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Casa da Imagem

A Casa da Imagem fica do lado do Solar da Marquesa, então, por que não passar por lá? é um lindíssimo prédio. O museu tem como objetivo a memória da fotográfica de São Paulo, então é um espaço para exposições, geralmente, temporárias.

A instituição preserva e digitalizou cerca de 130 mil fotografias histórias e que você pode conferir online.

O museu é pequeno e como o Solar, é gratuito e sem ar condicionado. Suas janelas ficam abertas, que nem quando fazemos em casa. Algumas salas são exageradas no uso do carpete... estão até nas paredes, o que me deixou com sensação de calor ainda maior (o dia era record de calor na cidade). Havia uma pequena exposição de um fotógrafo, mas no todo, gostei muito mais do prédio em si.

Possui elevador para quem tem restrições de mobilidade. Atendimento bom. Você leva uns 30 minutos dependendo da exposição e interesses pessoais. Você pode tirar fotos sem flash. Nas paredes há belos e delicados "afrescos" que provavelmente são restaurações dos originais. 

Informações:
Horário de funcionamento:
Terça a Domingo, das 9h às 17h. Há Serviço Educativo no local
Entrada: Gratuita
Endereço: Rua Roberto Simonsen, 136, Sé.
Metrô próximo: Sé ou São Bento.

Casa da Imagem no centro de São Paulo

A escada

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Detalhe do "afresco"

O balcão que dá pra rua

O balcão que dá pra rua

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Jardim Walter galera no Edifício Matarazzo - Prefeitura de São Paulo

pátio do Edifício Matarazzo e atual Prefeitura de São Paulo

Pátio do edifício Matarazzo

detalhe do mosaico do pátio do Edifício Matarazzo e atual Prefeitura de São Paulo

Detalhe do mosaico em destaque o estado de São Paulo

espaço do Jardim Walter Galera do Edifício Matarazzo e atual Prefeitura de São Paulo

Um tipo de sala do jardim

Jardim Walter Galera do Edifício Matarazzo e atual Prefeitura de São Paulo

Um dos corredores do jardim

Jardim Walter Galera do Edifício Matarazzo e atual Prefeitura de São Paulo

Espelho d'água com carpas

um dos 3 mirantes do Jardim Walter Galera do Edifício Matarazzo e atual Prefeitura de São Paulo

Um dos três mirantes do jardim

Uma das vistas de um dos 3 mirantes do Jardim Walter Galera do Edifício Matarazzo e atual Prefeitura de São Paulo

O Banespa visto de um dos mirantes do jardim

Uma das vistas de um dos 3 mirantes do Jardim Walter Galera do Edifício Matarazzo e atual Prefeitura de São Paulo

O Viaduto Santa Ifigênia visto de um dos três mirantes do jardim

Uma das vistas de um dos 3 mirantes do Jardim Walter Galera do Edifício Matarazzo e atual Prefeitura de São Paulo

O Teatro Municipal visto de um dos mirantes

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CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil

 
O CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) é um espaço cultural e possui filiais em mais 3 estados brasileiros (até o momento). É um espaço cultural de quase todas as suas espécies, espalhados entre o auditório, teatro, cinema e galerias. Em São Paulo foi inaugurado em 2001 no prédio atual que inclusive, é lindíssimo. Sou apaixonada pela arquitetura deste lugar! O prédio é de 1901 e possui 4183m². Foi comprado em 1923 pela instituição financeira que administra o CCBB, mas na época a intenção era tornar o prédio como o primeiro prédio próprio do banco, após reforma.

Não tenho mais informações sobre o prédio, mas garanto que o CCBB traz muitas exposições e espetáculos temporários maravilhosos e boa parte são gratuitos! Geralmente a procura é grande, dependendo do tema, então é necessário se programar com antecedência! Como o prédio é pequeno e existe restrição de entrada de visitantes, pode ser que você fique numa fila lá fora na rua. Opte para ir nos dias de semana ou conforme informações abaixo. Aqui já vi belíssimas exposições de pintores impressionistas, arte contemporânea, enfim.... fique de olho na agenda deste lugar sagrado!

Informações:
Horário de funcionamento: 
Quarta a Segunda das 9h às 21h.
Entrada: Exposições, ideias e programa educativo são gratuitos. Artes Cênicas (teatro, dança e ópera) e música: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada). Cinema: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia-entrada), por sessão.
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112
Metrô próximo: São Bento.
Em alguns eventos gratuitos são disponibilizadas senhas de entrada que são distribuídas com 1 hora de antecedência do início da atividade. Mas recentemente surgiu um novo sistema de distribuição de senhas. Acesse o site oficial para pegar a senha.

fachada do CCBB centro cultural banco do brasil de sao paulo

A fachada do CCBB

CCBB de sao paulo visto por dentro

CCBB dentro exposição Escher

Clarabóia do CCBB de sao paulo

Clarabóia do CCBB

Exposição de "Los Carpinteiros" no CCBB de são paulo

Exposição de "Los Carpinteiros"

CCBB, centro cultural banco do brasil, sao paulo, brasil, brazil, culture center

O subsolo do CCBB sempre tem mais arte para se ver. Neste dia era dia de Rodrigo Sassi

CCBB, centro cultural banco do brasil, sao paulo, brasil, brazil, culture center, Athos Bulcão

Exposição de Athos Bulcão

CCBB, centro cultural banco do brasil, sao paulo, brasil, brazil, culture center, Athos Bulcão

A livraria e o café do CCBB

Dicas para conhecer o centro de São Paulo com textos e fotos de itinerário de viagem, favor respeitar

Casa Godinho

casa godinho no centrod e sao paulo

Detalhes dos balcões

casa godinho no centrod e sao paulo

Vinhos à venda

Doces da casa godinho no centrod e sao paulo

Mousse de tiramissu e torta de limão

dicas para conhecer o centro de sao paulo

Casa Matilde

 

Jsp-22á que você está no Centro, perto da São Bento, sugiro abastecer as energias com os doces e cafés maravilhosos da Casa Matilde.

A casa é tradicional na região e é especializada em doces portugueses. A história começou em 1850 e está no endereço atual desde a década de 50.

Sempre quando ando por lá, por mais que eu resista, o cheiro dos doces me "pega".... não consigo resistir! Não são lá muito baratos, mas compensam na qualidade e sabor!

A maioria dos doces portugueses usam muita gema de ovo, então é basicamente isso o que você vai encontrar. O que eu destaco são: Pastéis de Belém e o Bola de Berlim, que aqui em São Paulo apelidamos como "Sonho". Uma delícia!

Endereço: Praça Antonio Prado, 76.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 19:30 e aos sábados das 09:30 às 16:30.

dicas e fotos para conhecer o centro de são paulo elaborados por itinerário de viagem, favor respeitar

 

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Mosteiro de São Bento

O Mosteiro de São Bento é um dos prédios católicos de São Paulo que eu mais acho lindo de todos! Ouso falar que eu o acho um dos exemplares mais lindos que fui até hoje, no mundo todo (ok... não conheço o mundo todo, mas já entrei em milhares de igrejas). Não é um prédio muito grande, mas é rico em detalhes e muito, mas muito caprichado!

Antes que me questionem: não são permitidas fotos no interior do Mosteiro, porém, consegui uma autorização interna para fotografar e para disponibilizar tais fotos aqui no blog! Auwi no Itinerário de Viagem sempre respeitamos as regras da casa! Sempre!

O Mosteiro de São Bento é da ordem beneditina que chegou na cidade em 1598, porém, este prédio que visitamos é de 1920, projetado pelo arquiteto alemão Richard Bernl. Pesquisei para entender o estilo arquitetônico do Mosteiro e vi que ele possui um interior beuronense que foi desenvolvida entre o século XIX e XX por beneditinos de Beuron, uma cidade alemã quase próxima à Suíça. Não cheguei a ir a este canto da Alemanha, apenas chegando em Munchen (Munique) que é o mais próximo daquele local. Mas de toda forma, algo muito próximo a esta igreja só vi em Amsterdam, a Igreja de São Nicolas, porém, quando estive dentro dela, estava sem a câmera e nem pensei em fazer um registro via smartphone....

Às 07 horas da manhã durante a semana, acontecem missas com cantos gregorianos. Juro que vou acordar cedo um dia para vivenciar isso!

Além da religiosidade, você pode comprar quitutes a base de carboidratos na minúscula padaria do Mosteiro. São pães lindos feitos pelos monges do Mosteiro e já tive a oportunidade de comer alguns, inclusive umas madeleines. Eu acho muito, mas muito caro, não é um pão para se comer no dia a dia, somente em ocasiões especiais. Para quem não quer arriscar a vida num assalto lá no centro, pode ir até a padaria oficial nos Jardins (Endereço: Rua Barão de Capanema, 416) ou visitar a loja online (clique aqui)

Outro evento legal que você pode fazer no Mosteiro é o brunch oferecido no último domingo do mês (clique aqui) e além dos pães da padaria há um menu com pratos quentes feito por chefs de cozinha. Eu nunca fui e talvez não irei degustar tal experiência porque considero muito, mas muito caro. Mas quem sabe um dia?

Mosteiro de São Bento, São Paulo, Brasil
Mosteiro de São Bento, São Paulo, Brasil
Mosteiro de São Bento, São Paulo, Brasil
Mosteiro de São Bento, São Paulo, Brasil
Mosteiro de São Bento, São Paulo, Brasil
Mosteiro de São Bento, São Paulo, Brasil
Mosteiro de São Bento, São Paulo, Brasil

Detalhes do altar

Mosteiro de São Bento, São Paulo, Brasil

Lojinha à esquerda e padaria à direita

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Café Girondino

Girondino Café no centro de São Paulo
Girondino Café no centro de São Paulo
Girondino Café no centro de São Paulo

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Mercado Municipal de São Paulo

 

 

Mais conhecido como Mercadão, foi inaugurado em Janeiro de 1933 para servir de entreposto comercial de atacado e varejo, com especialidade na comercialização de frutas, verduras, cereais, carnes, temperos e outros produtos alimentícios e acessórios para cozinha. São cerca de 290 boxes para se perder entre tantos produtos e, portanto, se você não vai só turistar por lá, melhor levar uma listinha senão você vai querer comprar tudo.

Em 2004 o prédio sofreu uma intervenção arquitetônica no seu interior, quando um mezanino foi inserido e lá começaram a funcionar alguns restaurantes e lanchonetes. A coisa tomou forma e acabou virando tradição porque é muito gostoso sentar lá naquelas cadeirinhas e comer algo... dá uma impressão que os produtos usados nas cozinhas saíram direto dos boxes do Mercadão. Pode ser que sim, pode ser que não rsrs.

A arquitetura segue igual àquela marca registrada do escritório de Ramos de Azevedo, e marcou muitos prédios hoje históricos no centro de São Paulo.

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Este sanduíche de mortadela vai bacon e cheddar...

Uma das iguarias obrigatórias para experimentar no Mercadão é o sanduíche de mortadela. E dizem que o melhor é a do Bar do Mané (corredor F11 esquina com E14). É bom saber que o Bar do Mané funciona no Mercadão desde a sua inauguração, criado por dois primos de descendência portuguesa. O lugar só passaria a ser conhecido por seu nome atual, Bar do Mané, na década de 70, quando foi assumido por Manoel Cardoso Loureiro, filho de um dos fundadores. Atualmente administrado pela terceira e quarta gerações da família, oferece um saboroso bolinho de bacalhau. Mas não é por essa iguaria que o lugar é conhecido.

Reza a lenda que, nos anos 60, durante uma brincadeira entre os funcionários, surgiu um sanduíche com recheio exagerado de mortadela, isso tudo porque o pão com mortadela com recheio nada expressivo, estava no cardápio e quase ninguém pedia. Porém, um cliente reclamou da quantidade pífia de mortadela no pão e os funcionários acabaram exagerando na quantidade da mortadela dentro do pão. O lanche despertou a curiosidade, agradou A clientela e, nos anos seguintes, passou a ser copiado por muitos outros bares e lanchonetes não só do Mercadão, mas em toda a capital paulistana. Hoje é possível encontrar a iguaria até com queijo "tipo" gorgonzola que eu já comi na concorrência do Bar do Mané (no mezanino).

Mas... é necessário dizer que a iguaria original lá do Bar do Mané realmente é muito boa e, além de ser gostoso demais, vem acompanhado pelos funcionários mega simpáticos do local! Ôôôôôôôô gente simpática demais! Adorei! O sanduíche é bem gostoso, porém, acho muita coisa pra eu comer sozinha, então dividi com o namorado. Saí de lá satisfeita e feliz por saber que os R$29,00 valeram a pena! O lanche é tão bem feito e a mortadela é tão bem refogada que não fica aquele sabor de mortadela na sua boca durante o restante do dia. Não deixe de provar o lanche com as pimentas maravilhosas da casa! Nossa...... já me deu vontade de voltar lá e comer mais um!

Uma das coisas que mais gosto de apreciar no Merdadão são os vitrais, são cerca de 55 deles que mostram vários aspectos da produção de alimentos. Todos são de do artista russo Conrado Sorgenicht Filho, que também fez vitrais na Catedral da Sé e em outras 300 igrejas brasileiras.

 

Mercado Municipal, Mercadão, Mercado da Cantareira, São Paulo, Brasil, América do Sul

Muitos boxes de frutas, algumas com frutas exóticas

Mercado Municipal, Mercadão, Mercado da Cantareira, São Paulo, Brasil, América do Sul

Um dos 55 vitrais do Mercadão

Para chegar ao Mercadão, prefiro sempre descer na estação São Bento do metrô e seguir pela saída da Ladeira Porto Geral. Ao sair de lá, desça a ladeira e tente não se assustar com o mar de pessoas à sua frente. Depois sigo pela rua Comendador Abdo Schahin até chegar na rua Comendador Afonso Kherlakian. Este trajeto te faz evitar a tumultuada rua 25 de Março e é muito difícil encontrar algum perigo no mesmo.

Uma curiosidade: a rua Ladeira Porto Geral tem este nome porque era uma ladeira que dava para o porto que ficava no rio Tamanduateí, hoje aterrada, ou desconfigurada.

Dica 1: evite finais de semana ou horários após meio dia, porque geralmente lotam. É muito difícil ir de carro, porém, nada impossível, mas terá que achar um estacionamento na localidade (pago). Não vá com objetos de valor e fique atento a seus pertences tanto dentro quanto fora do Mercadão. Evite aglomeração de pessoas e não entre em becos muito vazios.

Dica 2: o Mercadão possui muitos tipos de boxes e preciso falar que há muitos boxes de frutas. Coloquei aqui em destaque porque, obviamente, as frutas irão chamar sua atenção. Ainda mais quando frutas exóticas estarão na sua frente e inevitavelmente você vai parar na frente de um desses boxes ou então, vai ser "puxado" pelos seus agressivos vendedores. Evite ao máximo este tipo de abordagem, porque eles são treinados para fazer com que você compre 01 unidade de uma fruta X que no box está suculenta e doce e quando você levar aquela 01 unidade de fruta X que custou a fortuna de R$15,00, estará seca e velha na sua casa. Evite ao máximo comprar frutas de lá, a nãos er que este seja o seu objetivo.

Dica 3: um dos melhores lugares para comprar alimentos não frescos (farináceos, produtos embalados, grãos, chás, etc) é na Zona Cerealista que fica praticamente de frente ao Mercadão. Vale muito a pena os preços, porém, às vezes são idênticos a alguns boxes do Mercadão. Fique de olho na qualidade e validade dos produtos e veja o acondicionamento dos mesmos... não é porque é referência que qualquer loja é boa.

Informações:
Endereço: Largo de São Bento, s/n
Horário de funcionamento: Aberto de Segunda a Domingo a partir das 07h e recomendo não ir lá depois das 18h, porque deve fechar. Missa: de segunda a sexta às 7h, 13h e 18h e domingo às 08h30 e 10h.
Fotos somente com autorização!
Dicas de como chegar: O melhor jeito para chegar no mosteiro é através do metrô. Desça na estação São Bento e siga para a saída contrária à Ladeira Porto Geral, ou seja, para a saída da Rua São Bento. Subindo as escadas rolantes que dão para a rua, vire à direita e logo avistará o mosteiro. Ande rapidamente para o prédio, geralmente há policiamento, porém, todo cuidado é bem vindo!

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Você encontra quase de tudo

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Tem carnes e embutidos também

Restaurantes do mezanino do mercado municipal da cantareira de são paulo

O mezanino do Mercadão possui bons restaurantes e lanchonetes

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Museu Catavento

 

O Museu Catavento foi inaugurado em 2009 no Centro de São Paulo e ocupa o prédio que já foi o Palácio das Indústrias, talvez em substituição ao antigo Estação Ciência que tinha a mesma pegada e ficava na Lapa (parou as atividades em 2013 para restauração e acabou sendo esquecido este plano e principalmente a intenção de ser reaberto). Mas isso é o que eu acho e não necessariamente a verdade, mas que o Estação Ciência não tem data para ser restaurado e muito menos reinaugurado, isso é informação oficial e não meu achismo.

O prédio do Museu Catavento é não passa despercebido na região que fica próximo à Estação São Bento do metrô, próximo à caótica rua 25 de Março e próxima ao Mercadão. Com estilo arquitetônico eclético, feito pelo escritório de Ramos de Azevedo, foi inaugurado em 1924 para abrigar exposições relacionadas à Indústria Paulista. A fachada possui belas esculturas e vale a pena observá-las.

Interessante saber que o prédio já foi até um presídio e passou por restauros projetados pela famosa arquiteta Lina Bo Bardi, e de 1992 a 2004 foi a sede para a Prefeitura da Cidade de São Paulo.

O Museu Catavento é um museu interativo e tem o objetivo de apresentar os campos da ciência para crianças, jovens e adultos. O espaço de exploração é de  4.000 metros² e é dividido em 4 seções: "Universo", "Vida", "Engenho" e "Sociedade". Fundado por instituições públicas (Secretaria da Cultura e Educação do Município de São Paulo), possui parceria com empresas privadas.

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Conhecimento sobre o sistema solar

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Ampliando conhecimentos sobre física

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A fachada do Catavento

Além das belas esculturas da fachada, na parte de fora do prédio há réplicas de carruagens, peças de engenhos antigos, vagões de trem, locomotivas, um avião antigo e até peças bélicas, como canhões de artilharia antiaérea. São objetos que chamam muita a atenção das crianças.

Visitei o museu em Setembro de 2018 e estava um dia frio alternando entre chuva, sol e muita chuva no final. Devido à chuva não consegui conferir todos os itens do exterior do prédio, porém, no pátio interno há um borboletário em forma de geodésia que tínhamos que conhecer com ou sem chuva! A chuva e tempo nublado de fato deixaram as borboletas tímidas, mas deu pra ver algumas!

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Modelos de vidas

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Borboletário

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Ilusões e sentidos

Vale dizer que fomos numa terça, dia que a entrada é gratuita e consequentemente, dia de muitas excursões escolares! Não que isso impeça você a fazer uma visita ótima, mas para quem precisa de silêncio e calma na visitação de um museu, sugiro escolher outro dia.

Outro fato ruim é que algumas salas só abrem nos finais de semana, como as salas dos dinossauros e a evolução do homem primitivo ao homem hoje.

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O corpo humano

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O DNA

Informações:
Horário de funcionamento: 
De terça a domingo, com entrada das 9h às 16h e permanência no museu até às 17h. Feriados: Consulte o site. Última entrada até as 16h. Segunda-feira não abre!
Endereço: 
Avenida Mercúrio, s/n - Pq Dom Pedro II, Brás
Entrada: Terça é gratuito. Outros dias: R$ 10,00
Estacionamento: Visitantes do Catavento: Até 4 horas R$ 15,00 - Adicional por hora R$ 5,00. Ônibus e Vans R$ 30,00 - Adicional por hora R$ 10,00
Recomenda-se a visitação para crianças acima de 7 anos.

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Galeria do Rock

 

São Paulo, Centro, Galeria do Rock

A fachada da Galeria do Rock ondulada na parte direita (vista da São João)

O nome oficial da Galeria do Rock é Centro Comercial Grandes Galerias e foi construída em 1962, sendo dedicada majoritariamente a um pouco mais de 100 alfaiates, porém, desde aquela época era possível encontrar salões de beleza e lojas dedicadas a serigrafia. Porém, com a introdução de shopping centers na cidade no final daquela década, a galeria acabou ficando abandonada aos poucos. E com isso, o valor do aluguel das lojas abaixou, dando margem à entrada da primeira loja de punk rock em 1976 no local. Desde então, a galeria é apelidada de Galeria do Rock.

No final da década de 70, a galeria virou point de encontro dos punks e eventualmente havia muitas brigas entre punksskinheads headbangers, bem como alguns casos de consumo de drogas e bebidas e furtos eram comuns. Foi aí que os lojistas acabaram organizando a galeria para torná-la mais segura e proibindo a instalação de lojas de punk.

Na primeira metade da década de 80, muitas lojas de discos acabaram se instalando na região e também na galeria e o gênero punk foi liberado para voltar à galeria, porém, na época, muitos outros gêneros do rock estavam em alta como o hard rock e sobretudo o heavy metal. Com os anos 90 e a chegada dos compact discs, a Galeria do Rock era o lugar certo para comprar raridades e CDs que eram impossíveis de serem adquiridos em outro lugar da cidade.

Eu passei boa parte da minha adolescência na Galeria do Rock e aprendi muito. Vivia entre as lojas de CDs, camisetas, vinil, tatuagem e no andar térreo e subsolo ficava curiosa com o universo hip-hop que era marcante por lá.

Depois de muitas décadas sem pisar na galeria, fiquei impressionada como o ambiente heavy metal mudou, com muitas lojas mais gourmetizadas, diminuição drástica de lojas de CDs e abriram até umas cervejarias. Nos dois ou três últimos andares, a serigrafia continua firme e forte e no último andar, por enquanto funciona uma barbearia gourmet em estilo heavy-punk de boutique e um bar.

O último andar com barbearia gourmet

São Paulo, Centro, Galeria do Rock

A arquitetura da Galeria é muito icônica

São Paulo, Centro, Galeria do Rock

O prédio à esquerda não existe mais após incêndio e desabamento em 01/05/2018

São Paulo, Centro, Galeria do Rock

Seus arcos entre os vãos são atrações

São Paulo, Centro, Galeria do Rock

Disposição das lojas

Informações:
Horário de funcionamento: Segunda a sábado das 10h-18h30, fecha aos domingos
Endereço: Av. São João, 439 mas você consegue entrar pela Rua 24 de Maio, 63

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Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

Quando você está na Galeria do Rock, indo para o lado da Avenida São João, avistará o Largo do Paissandu, famoso. No centro do largo está a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos que originalmente nem ficava no largo, ficava na Praça Antônio Prado, construída entre 1721 e 1722 e seu nome vem porque a igreja era dedicada à reunião de negros e escravos, que celebravam ritos católicos misturados com crenças de origem banto. A igreja foi demolida em 1903 e "reconstruída" neste endereço atual. Consagrada em 1906 não faço ideia se possui características da original.

Na praça ainda há uma bela escultura chamada "Mãe Preta" amamentando uma criança. Pelo o que pesquisei, a estátua simboliza a figura tradicional do período colonial da mãe preta que era "ama-de-leite" para os filhos de sua dona ou patroa "branca".

Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, São Paulo, Centro

A igreja, o largo do Paissandu vistos de um dos andares da Galeria do Rock (o prédio espelhado azul não existe mais após sofrer incêndio e total desabamento em 01/05/2018)

Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, São Paulo, Centro

Interior da igreja

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Informações:
Horário de funcionamento: Terça a sábado das 09h-21h, domingos das 09h-18h. Fecha às segundas.
Endereço: Rua 24 de Maio, 109 (próximo ao metrô República)

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Leiteria Ita

Se está nesta região na hora do almoço a indicação é passar no Restaurante Leiteria Ita, que funciona no mesmo lugar desde 1953. O forte da casa, além de oferecer um ambiente tradicionalmente paulistano, são os "PF's" ou "pratos feitos". Cada dia da semana tem um cardápio e dizem que o bacalhau, às sextas, é o carro chefe da casa.

Muitas pessoas e até sites e blogs falam que a comida é boa e barata. O lugar é pequeno, sempre lota. O bacalhau chega a acumular uma fila de frequentadores. Eu ainda não almocei lá, mas quero muito! Uma das coisas que provei foi o pudim de leite que custou apenas R$5,00 e é bem gostoso, não é exagerado no açúcar e meu pedaço foi divido em 2 com uma amiga. O atendimento é rápido e dá pra sentir um amor cuidadoso em quem te atende e em quem fez o doce.

Estou louca para voltar e provar um prato deles! Ah... além de pudim de leite, eles servem arroz doce, creme de abacate e manjar de coco, ou seja.... tudo o que amo!

Pois bem eu voltei lá em um sábado, dia em que o prato da casa é a feijoada. Não pedi a feijoada porque eu queria um PF de dia dia, sabe? Dei uma olhada nas opções e notei o primeiro desafio: a maioria possuía carne bovina e eu não como este tipo de carne. Das poucas opções, me esquivei dos macarrões (não estava a fim) e parti para um frango grelhado com feijão e batatas fritas. E só. Isso mesmo, só! O prato não é grande, digamos que é um prato para uma mulher de dieta leve... o feijão era claramente o mesmo feijão utilizado para fazer a base da feijoada do dia, o que não é um ponto negativo. O frango não estava esturricado e estava bem temperado e a batata frita foi o melhor do prato. O arroz não era aquele soltinho, mas não estava ruim. A farofa é ok, sem sabor. Foi legal comer, mas nada surpreendente e nem ativou nenhuma viagem gastronômica ou nostálgica na cabeça. Comida de casa e ponto. Não achei barato. Havia pratos de 21 a 30 e poucos reais e este custou 26, digamos que seria ideal pagar R$18 e não R$26.

Informações:
Endereço: Rua Do Boticário, 31
Horário de funcionamento: de terça a sábado das 11h30-18h00

Leiteria Ita, Centro, São Paulo

O jeitão bem simples que amamos do Ita

Pudim de Leite, Leiteria Ita, Centro, São Paulo

Pudim de leite delícia

frango grelhado da leiteria ita no centro de são paulo

Dicas de turismo na região Centro de São Paulo. Textos e fotos do Itinerário de Viagem, favor não copiar e usar indevidamente!

SESC 24 de Maio

 

São Paulo possui cerca de 16 SESCs na capital e são instituições brasileiras privadas mantidas pelo conglomerado de empresas do comércio de bens, serviços e turismo. Apesar de ser um tipo de clube e centro cultural dos comerciários, são abertas à comunidade em geral.

A atuação do SESC está na educação, saúde, lazer, cultura e assistência (tem até dentista em algumas unidades). Isso quer dizer que os comerciários podem ser afiliados e praticar esportes e aulas nas unidades do SESC e obterem descontos nos eventos culturais como teatro, música, apresentações, etc. Eventualmente possui oficinas tanto para adultos quanto crianças sobre música, dança, artesanato e etc. Geralmente há uma vasta programação de exposições, teatros, oficinas e etc e quem quiser aderir assiduamente às atividades e não exerce trabalho ligado ao comércio, pode providenciar uma carteirinha com anuidade (ou mensalidade).

O SESC é referência na cidade e cada unidade de São Paulo possui uma característica. Em todas as unidades há restaurante com preços bem convidativos e comida gostosinha. Por incrível que pareça, apesar de eu frequentar muito alguns SESCs, nunca havia escrito aqui!

Para se ter uma ideia, já fui até ao show do Yann Tiersen no SESC Pompeia, a um preço muito bom! Mas o primeiro SESC que vou escrever no blog é justamente o mais novo, o SESC 24 de Maio. O nome já diz, fica na Rua 24 de Maio e o projeto paisagístico dele foi feito pelo escritório Paulo Mendes da Rocha. Ele é bem imponente já que ao seu redor os prédios antigos e alguns mal cuidados o fazem brilhar!

Inaugura em Agosto de 2017, possui uma programação cultural atrativa e, por estar no centro, atrai muitos visitantes.

SESC 24 de Maio, São Paulo, Centro

O andar onde fica o café

SESC 24 de Maio, São Paulo, Centro

O contraste das arquiteturas com o lado externo

SESC 24 de Maio, São Paulo, Centro

O projeto é muito confortável

SESC 24 de Maio, São Paulo, Centro

Andar de exposições

Dicas para conhecer o centro de São Paulo com textos e fotos de itinerário de viagem, favor respeitar

Salada Record

Salada Record em Sao Paulo

O local

O Virado a Paulista para dois no Salada Record em Sao Paulo

O Virado a Paulista para dois

tutu de feijao do Salada Record em Sao Paulo

o feijão tipo "tutu"

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Biyou'Z Restaurante

 

Finalmente conheci o Biyou'Z Restaurante, uma preciosidade no centro de São Paulo para provar iguarias típicas de Camarões. A proprietária é Melanito Biyouha, imigrante daquele país e muito, mas muito simpática. O restaurante é pequeno, possui apenas um pequeno salão e umas mesas na calçada. A decoração é simples e agradável, com entalhes em madeira em uma parede e quadros com destaques em revistas e jornais contando sobre o seu restaurante (tem até o The New York Times!). Prontamente ela nos acomoda em uma das mesas e nos entrega o menu. A decisão é facilitada com a descrição dos pratos, porém, coisas como "fufu" ainda nos trouxeram muita, mas muita curiosidade. O tal "fufu" nada mais é do que uma massa bem densa de arroz... quase que nem um "moti" japonês, porém, diferente.

Pedimos um Kitoor que é uma pasta de amendoim torrado com couve e camarão moído (é bem oleoso, talvez com óleo de dendê... pode ser pesado para alguns estômagos), o tal 'fufu' e  galinha (que pode ser trocado por carne) e custou R$30,00. O outro prato foi um Fumbua que leva pasta de amendoim torrado com óleo de dendê, camarão moído e fumbua, que é uma folha seca típica da África, e  mandioca e galinha (que também pode ser trocada por carne), custou R$35,00.

Os preços dos pratos variam nesta faixa de preço e há predominância de carnes e peixes. Os camarões usados são secos. O prato não demora a chegar, mas não são fartos... digamos que mulheres pequenas saem satisfeitas sem terem a sensação de estufamento estomacal. Para homens, pode ser insuficiente. Indico uma entrada leve como salada. Para aqueles que tem muita fome, podem pedir acompanhamentos como arroz, 'fufu', mandioca cozida e etc. Ah... importante dizer que há 3 opções de pratos vegetarianos!

Informações:
Endereço: Alameda Barão de Limeira, 19
Horário de funcionamento: todos os dias das 12h-22h

BIYOU'Z Reastaurante, Camarões, Africano, São Paulo, Centro, Brasil, América do Sul

O pequeno salão do Biyou'Z e a chef no cantinho!

BIYOU'Z Reastaurante, Camarões, Africano, São Paulo, Centro, Brasil, América do Sul

o "Kitoor"

BIYOU'Z Reastaurante, Camarões, Africano, São Paulo, Centro, Brasil, América do Sul

O "Fumbua"

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Edifício Copan

Talvez um dos mais icônico da cidade de São Paulo, e foi projetado por Oscar Niemeyer em 1954, o ano em que ele fez muitos projetos para a cidade devido à comemoração do 4º Centenário da cidade. A obra só se deu início 3 anos depois e desde então ocupa a posição do prédio com a maior estrutura de concreto armado do país. Possui 115 metros de altura, 32 andares e 120 mil metros quadrados de área construída. O prédio é dividido em 6 blocos contendo 1.160 apartamentos de dimensões variadas. Estima-se que hoje habitam  cinco mil pessoas de diferentes classes sociais porque lá dentro há desde "quitenetes" a aparatamento bem espaçosos.

vista de um dos apartamento do Edifício Copan

Vista de um dos apartamentos do Copan

Para chegar nos apartamentos, cada bloco possui o seu elevador e, portanto, o morador de apartamentos mais, digamos que, chiques, não se encontram com os moradores de apartamentos mais modestos. Hoje seria impensável fazer este tipo de segregação, mas na época era comum.

Visitamos um dos apartamentos chiques que ficam nos andares superiores e gostamos muito de ver a perspectiva de lá de cima. Interessante entrar em uma arquitetura que não deixa de ser como uma obra de arte. Infelizmente a imagem que eu trago possui a manta de proteção, já que o prédio estava em manutenção e, como muitas obras de Niemeyer, as obras de recuperação são minuciosas e levam muito, mas muito tempo para serem concluídas.

Café Floresta no Edifício Copan

o Café Floresta no térreo

No térreo funciona vários estabelecimentos comerciais e um dos mais icônicos é o Café Floresta que funciona lá há 4 décadas. É lindo observar o jeitão antigo que ele ainda preserva e eu amo muito observar estes aspectos. É como viajar no tempo e, apesar da cara carrancuda do senhor que atende e faz o café, nada te impede em voltar mais uma vez. O café teve recentemente uma repaginada e tomou um banho de modernidade.

No térreo ainda tem o Bar da Dona Onça que é muito descolado e com uma pegada bem brasileira. Dizem que a feijoada de sábado é muito boa, não sei porque ainda não comi. Já fui lá para petiscar alguns quitutes muito bons e é tão bom que este lugar fez com que eu comesse jiló pela primeira vez na vida (frito que nem batata frita, mas tá valendo). Não lembro muito bem sobre valores, mas costuma lotar e o ambiente é bem intimista e pequeno. Também não tenho fotos de lá... quando fui male male havia celulares rsrsrs mas ouvi falar que a qualidade se mantém boa.

Outro lugar interessante é visitar a Pivô que é um espaço de exposição de arte contemporânea autônomo e sem fins lucrativos, gratuito e aberto ao público. Não deixa de ser um local meio esquisito e "too cool" de forma extremamente exagerada, porque vira e mexe a arquitetura mais crua e um tanto parecida com ruínas pode assustar quem espera um cubo branco imaculado de galeria de arte de bairros mais abastados de São Paulo. Dependendo da exposição fica até meio "art freak" rsrsrsrs mas vale a pena ficar de olho na exposição que vai rolar ou até mesmo passar por lá quando alguns artistas, que estão fazendo residência artísticas, estiverem disponíveis para um bate papo.

Informações:
Endereço: Avenida Ipiranga, 200
As visitas ao edifício são gratuitas e são realizadas apenas em dias úteis, com obrigatoriedade de agendamento prévio. Os horários permitidos são das 10h-10h30 e das 15h-15h30. No heliponto do prédio, ocorre um evento de monges budistas, às 07 horas, aberto a todos que queiram participar, mas com um limite de dez pessoas no local.

Espaço Pivô no Edifício Copan

Entrada da Pivô

exposição no Espaço Pivô no Edifício Copan

Exposição no Pivô

exposição no Espaço Pivô no Edifício Copan

Arte contemporânea

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CENTRO
Luz / Bom Retiro

 

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CENTRO Bom Retiro

 

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Museu de Arte Sacra

O passeio que você faz no Museu de Arte Sacra é rápido porque o museu é pequeno, porém, não são pequenos os seus objetos em relação a valor histórico. Sem falar o prédio que ocupa é de 1788, nosso período barroco.

O Museu aberto desde 1970 ocupa uma parte do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz (ou Mosteiro da Luz, como é conhecido também) e a antiga Casa do Capelão que desde 1999 possui em exposição o acervo de presépios do museu.

O acervo do museu se constitui por objetos coletados pelo primeiro arcebispo de São Paulo, Dom Duarte Leopoldo e Silva, que a partir de 1907 começou a recolher tais imagens sacras de igrejas e pequenas capelas de fazendas que sistematicamente eram demolidas após a proclamação da República. Outras fontes de doação começaram a surgir na década de 70. Vale lembrar que o acervo do museu é do estado de São Paulo, vindas de antigas igrejas e capelas do Estado que foram demolidas ou que tiveram seus objetos substituídos em função das transformações da liturgia católica. Com isso, criou-se um inventário conjunto com outras instituições museológicas do estado, bem interessante para quem está interessado no assunto e, para ver a lista completa, clique aqui!

Hoje o local possui cursos, sala de projeção de filmes, exposições temporárias (como a do presépio, mais no final do ano), feiras de artesanato (conforme programação anual), palestras e etc.

Quando visitei o museu, estava na região cedo demais para um compromisso. Então decidi visitar o museu que estava bem vazio em um dia de semana. Os objetos de fato são riquíssimos em detalhes e alguns muito belos. Adorei verificar a estrutura original do prédio (adoro estas coisas) e achei o ambiente de muita paz e calma.

Como ele é pequeno, a visita não é longa, acho que não chega a 01 hora. Outro ponto importante que preciso falar: não tenho fotos do local porque, como disse, aproveitei que estava na região para visitar e, portanto, não levei minha câmera. Ok... tenho fotos do celular, mas não acho que fotos deste tipo de aparelho sejam boas o suficiente para colocar aqui no blog rsrsrsrs. Quero trazer só qualidade, então, por enquanto, só as informações estão aqui!

Informações:
Horário de funcionamento: De Terça a domingo das 9h-17h. Fechado nas Segundas.
Final do ano: Presépio Napolitano - 10h-11h e das 14h-15h
Entrada: R$6,00 e sábado é gratuito
Endereço: Avenida Tiradentes, 676 - Luz (possui estacionamento gratuito, porém se lotar, lotou)
Metrô mais próximo: Luz (linha azul)

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Pinacoteca do Estado + Estação Pinacoteca + Memorial da Resistência

 

Sao Paulo Centro, Brasil, Pinacoteca

Fachada da Pinacoteca

A Pinacoteca do Estado é um museu de artes visuais e tem como ênfase a produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade. São mais de 5 mil pinturas e esculturas, mas acredito que nem todas estão expostas ao mesmo tempo.

É interessante passear pelas salas da Pinacoteca e notar a cronologia da arte brasileira, passando pelo naturalismo europeu até chegar a dias mais atuais.

O prédio foi transformado pelas mãos do arquiteto Paulo Mendes da Rocha e, por conta disso, o passeio fica ainda mais lindo!

Para chegar lá, você desce na estação Luz. Lá dentro da estação pode parecer um tanto bagunçado sair na saída correta, mas é só prestar a atenção nas placas para não se perder. Vale a pena ressaltar que vira e mexe a região (na rua) fica um pouco perigosa. Para evitar assaltos, sugiro esconder câmeras e objetos de valor até chegar ao prédio. E evite andar por lá em horários após 17h.

A Pinacoteca foi fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, e, portanto, é o museu de arte mais antigo da cidade.

O acervo original da Pinacoteca foi formado com a transferência, do antigo Museu do Estado (que hoje é o Museu Paulista da Universidade de São Paulo), de 26 obras de importantes artistas que atuaram na cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antonio Parreiras e Oscar Pereira da Silva. Ao longo do tempo, foi assumindo ainda mais o papel de museu de arte contemporânea, comprometido com a produção de seu tempo, com destacada presença no cenário artístico do País.

Além do riquíssimo acervo que fica no segundo andar, a Pinacoteca realiza cerca de 30 exposições e recebe aproximadamente 500 mil visitantes por ano. O primeiro andar é destinado a exposições temporárias. Já fui em várias como a do Andy Warhol e da TATE.

Geralmente a Pinacoteca recebe boas exposições temporárias. Seu espaço é relativamente grande para tal, mas dependendo do artista ou exposição, costuma a lotar pra caramba a fila. Chega a ser um pouco desconfortável apreciar arte com bagunça e burburinho dos visitantes.

Há um café no local para aqueles que querem tomar um café ou apenas descansar depois de uma bela exposição.

Bem ao lado da Pinacoteca há o Parque Jardim da Luz com várias esculturas expostas. Vale a pena fazer um passeio por lá.

Dica: Se você estava no Mosteiro de São Bento é muito fácil ir andando até a Pinacoteca. Porém, tal feito exige muita, mas muita atenção e cautela! Estando de frente ao mosteiro, siga a esquerda, passando pelo viaduto Santa Ifigênia (local muito perigoso para assaltos e furtos) e depois vire a primeira direita, na Casper Líbero e siga em frente até avistar a estação de trem, Luz. Depois atravesse pela estação para chegar à Pinacoteca ou vire à esquerda para ir até a Estação Pinacoteca. Em todo o trajeto de cerca de 20 minutos, tenha TOTAL CUIDADO. Eu mesma só encarei o trajeto porque estava com o namorido, jamais seguiria sozinha.

Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil

As passarelas internas

Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil

Entrada para o acervo

Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil

Espaço expositivo

Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil

"Barca" de Victor Brecheret e pinturas ao fundo

Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil

"O Mestiço" de Candido Portinari (à direita) e "O Caipira" de Almeida Júnior

Informações Pinacoteca:
Horário de funcionamento: Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h.
Endereço: Praça da Luz, 02  (Possui bicicletário e estacionamento gratuito)
As entradas na Pinacoteca e na Estação Pinacoteca serão gratuitas durante o período de 18 de julho a 18 de outubro. 

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Estação Pinacoteca

Para quem não sabe, a Pinacoteca possui um "anexo". Este anexo chama-se Estação Pinacoteca e também fica dentro de um prédio lindo e histórico do século XX. Aberto em 2004, recebe parte do extenso programa de exposições temporárias da Pinacoteca do Estado, geralmente arte contemporânea.

A primeira vez que fui, não imaginava que era um prédio com tantos andares. Acho que uns 4 cheios de obras de arte brasileira, com gravuras e clássicos do modernismo. Neste mesmo primeiro dia, tive a oportunidade de conferir a exposição de Nuno Ramos.

As fotos ao lado são de outra exposição contemporânea, muito boa com artistas como Guto Lacaz, Marcelo Mosquetta e Cildo Meirelles.

Estação Pina
Guto Lacaz na Estação Pina
Exposição na Estação Pina em São Paulo

 

 

Memorial da Resistência de São Paulo

 

Quando você vai lá na Estação Pinacoteca, pode visitar também o Memorial da Resistência de São Paulo que surgiu com a musealização da parte do edifício que sediou o Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops/SP), entre os anos 1940 e 1983. A instituição se dedica à preservar as memórias da resistência e repressão política do Brasil republicano. 

Além de tudo isso, o Estação Pinacoteca abriga o Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca do Estado (Cedoc) e a Biblioteca Walter Wey, que apresenta um grande acervo de artes visuais, com destaque para arte brasileira, lógico.

Novamente: quando for pra lá, tome precauções para evitar furtos e assaltos.

Memorial da Resistência em São Paulo
Memorial da Resistência em São Paulo
Memorial da Resistência em São Paulo

Informações Estação Pinacoteca + Memorial da Resistência:
Horário de funcionamento:
Terça a domingo, das 10h às 17h30.
Endereço: Largo General Osório, 66  (Estacionamento: Rua Mauá, 51 - R$ 13,00 por 3h)
Biblioteca Walter Wey: Terça a sexta, das 10h às 17h30. Sábados e feriados, das 10h às 13h e das 14h às 17h30.
Centro de Documentação e Memória: Terça a sexta-feira, das 10h às 17h30

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Sala São Paulo

Para quem não sabe, pertinho da Estação da Luz há a Estação Julio Prestes. São tão próximas que até eu já fiquei confusa, achando que a Sala São Paulo era um anexo da Estação da Luz, mas na realidade ela faz parte da Julio Prestes.

A Estação Julio Prestes ganhou notoriedade em meados do século XIX na época áurea do café brasileiro, quase 10 anos depois da construção da estação da Luz. Como a demanda pelo produto era grande, acabaram construindo a estrada Sorocabana, inaugurada em 1875.

No final, o alto custo e a má administração da estrada de ferro ocasionaram enormes dívidas, e a estrada foi e voltou para as mãos de uns e outros até que em 1904 a Sorocabana foi levada a leilão e adquirida pelo Governo Federal que, em seguida, a repassou para o Estado de São Paulo. Dentre mais idas e vindas de administradores, foi construído o trecho que unia Mayrink a Santos em 1938 e, portanto a Estação Júlio Prestes também foi inaugurada em 1938.

Em 1971 a Fepasa foi criada para agregar todas as empresas estatais paulistas de transporte ferroviário, com um plano de ampla reestruturação: desativar trechos deficitários e concluir obras inacabadas. Porém a situação era grave e não havia recursos financeiros para remodelar tudo.

Em 1ª de abril de 1998 o Governo do Estado de São Paulo entregou a Fepasa à União como forma de quitar dívidas. Com o acordo que possibilitou o uso da estação pela Secretaria de Estado da Cultura, teve início o processo de restauro dos salões da antiga estação de trem, dando origem à Sala São Paulo e a consequente a criação de um complexo cultural, além da estação de trens.

Sala São Paulo

Sala São Paulo

Dentro da Sala São Paulo no centro

Sala São Paulo: detalhes de uma antiga estação de trem

sala são paulo

Grupo da visita monitorada

Estação Julio Prestes no centro de São Paulo

De um dos salões dá pra ver a estação de trem Júlio Prestes

Conhecer a Sala São Paulo foi um passeio imperdível! Já havia assistido a concertos neste local, mas conhecer os fatos históricos com calma e sem muita gente era como se eu estivesse lá pela primeira vez!

Para você fazer este passeio, agende uma visita monitorada pelo email visita@osesp.art.br. Eles respondem super rápido e com muita atenção! Te passarão algumas datas e horários e aí é só ir! Chegue um pouco antes, tipo uns 15 minutos, mas saiba que para visitar será de segunda a sexta (exceto feriados) no período das 9h às 18h. A visita leva uns 40 minutos.

 

Entrada: logo após passar a Estação, haverá uma entrada para a Sala São Paulo e o estacionamento. E é por lá mesmo que você entra. Endereço: Praça Júlio Prestes, 16

 

Para quem não sabe, se você agendar a visita na segunda-feira, pode ir (depois da visita) à bilheteria e pegar ingressos para os concertos do próximo Domingo às 11h. Estes ingressos gratuitos de Domingo só são distribuídos na Segunda-feira anterior.

Textos e fotos do Itinerário de Viagem, favor não copiar e usar indevidamente!

Estação da Luz

 

Estação da Luz

Estação da Luz

Sim! Apesar dos pesares, a Estação da Luz é linda! Ela é um pouco daquilo que era São Paulo antigamente. Inaugurada no começo de 1901, ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminter. Virou um novo marco da cidade, símbolo do progresso industrial da cidade e considerado uma sala de visitas de São Paulo. Era o local de desembarque de muitas pessoas que iam a São Paulo, até as personalidades ilustres daquela época como empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis.

Mas isso tudo só foi possível graças à visão do industrial brasileiro, o Visconde de Mauá. Em uma viagem a Londres, Mauá estava certo de que o progresso do Brasil só seria possível através da rápida industrialização do país e, diante disso, fundou uma siderúrgica e contratou empregados ingleses e escoceses para o feito. A primeira ferrovia foi inaugurada em 1854 ligando o centro de São Paulo com Jundiaí e Santos, tudo operado por ingleses.

A estação tornou-se porta de entrada também aos imigrantes, sendo estes peças fundamentais para o crescimento da cidade em uma metrópole. A estação da Luz teve esta função até o fim da Segunda Guerra Mundial. Após este período, o transporte ferroviário foi sendo substituído por aviões, ônibus e carros, muito mais rápidos que os trens.

Em 1946, o prédio da estação foi parcialmente destruído por um incêndio e sua reconstrução se estendeu até 1951, quando foi reinaugurada. Ainda passou por outras reformas e restaurações e finalmente em 1982, o complexo arquitetônico da Estação da Luz foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat).

Hoje abriga também o Museu da Língua Portuguesa, que é fantástico! Eu já fui lá, mas infelizmente este museu pegou fogo no final de 2015. As obras de recuperação do museu estão acontecendo, porém, a previsão é que fique pronto em 2019, bom... vamos torcer!

E pertinho de lá está a sala de concerto mais requintada da cidade, a Sala São Paulo.

Para quem quer conhecer uma cidade próxima de SãoPaulo, pode optar pelo Expresso Turístico que é uma linha turística e faz viagens ligando a Estação da Luz a Paranapiacaba e Jundiaí. Este passeio iniciou em 2009, com locomotivas de capacidade para 170 pessoas, movidas a diesel e a cerca de quarenta quilômetros por hora. Para garantir o seu ticket, procure a bilheteria da estação.

Estação da Luz por dentro
Estação da Luz por dentro

Horário de funcionamento: todos os dias, das 4h às 24h.
Endereço: Praça da Luz, 1 - Luz - São Paulo (Metrô Luz).

textos e imagens de Itinerário de Viagem. Favor respeitar, não copie sem mencionar

Localize as nossas sugestões clicando no mapa abaixo:

 

Free Walking Tours:

Existe um Free Food Tour que ocorre toda Segunda, Quarta e Sexta (exceto feriados) e começa às 13h30 na entrada do MASP. Este tour é gratuito mas espera-se que os turistas paguem uma quantia, como gorjeta. A idéia é mostrar os petiscos que os paulistanos comem como a coxinha, pastel, feijoada, bebidas e lanche de mortadela. Você petisca um pouco e não paga pela comida, mas lembre-se do TIP no final! Tours em português, espanhol e inglês.

Há dois sites que oferecem Free walking Tour por são Paulo: O São Paulo Free Walking Tour e o Free Walking Tours.


Não selecionamos nenhuma opção de hospedagem na região Centro porque nunca nos hospedamos na região e nem nos hospedaríamos por considerarmos uma região não muito ideal para tal fim, principalmente quando não for usar taxi para ir e vir em horários tardios.

Para tal, indicamos a região da Paulista, região Oeste e região Sul (Moema, Vila Mariana e Paraíso)

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ATENÇÃO: Algumas informações descritas no blog podem mudar, como por exemplo, preços, horários de funcionamento e até mesmo endereços. Consulte sempre antes de ir! Não possuímos vínculos com as empresas, serviços e profissionais mencionados neste blog ?


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