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TOUR EIFFEL
Postado por Estela T em junho 25, 2012 Editado em abril 21, 2017

O bairro (arrondissement) mais famoso de Paris é o TOUR EIFFEL justamente por abrigar a torre que o nomeia. Imagem icônica da cidade, não tem como ignorá-la, mesmo se você já foi a Paris diversas vezes!

 

7º ARRONDISSEMENT: TOUR EIFFEL

Páginas de Paris remodeladas e divididas por arrondissement (os bairros de Paris). Preços e horários descritos no site podem mudar. Consulte sempre antes de ir! Texto em preto sobre a viagem realizada no final de Maio/2012 e em verde entre Abril e Maio/2014.
 
 


 
 

Tour Eiffel

 
A ideia foi ir até a Tour Eiffel a pé partindo do Arc de Triomphe. Do arco dá pra ver uma ponta da Eiffel, então deduzimos que estávamos próximas. Ao longo da caminhada, prédios altos ao redor das ruas acabaram por esconder o topo da torre e andamos meio que no “feeling”. Acabamos acertando, porém, cansadas de tanta andança por Montmartre momentos antes, acabamos nos cansando ainda mais para chegar à torre.
O pior de tudo foi alcançar o rio Seine, ver a torre do outro lado e não saber onde ficava a ponte mais próxima. Nossa... que tormento!

Foi neste momento que descobri que não é tão simples andar por Paris mesmo com um mapa. E naquele momento foi uma constatação forte e cruel! Da próxima vez, usarei o Google Maps online!

Construída para a Exposição Universal de 1889 e para comemorar o centenário da Revolução, esta torre de 324 metros de altura foi projetada por Gustave Eiffel como um monumento temporário. Sua criação foi criticada pelos estetas do século 19. Manteve-se como o edifício mais alto do mundo até 1931.

A torre realmente é muito bonita, porém, no meio da estrutura, no pátio, havia um guindaste. Acho que ela estava em manutenção preventiva, sei lá... nada foi explicado, porém aquele pedaço de metal contrastante no meio do pátio me deu um desgosto terrível porque perdeu todo o charme que a torre parece ter.

O local estava insuportavelmente cheio, a fila para subir era de 4 horas, olhando para cima e vendo a escadaria para descer realmente nos desestimulou. Compramos sorvetes que nem eram tão bons e minha amiga aproveitou para comprar os chaveirinhos da torre. Fiquei muito desolada em ver o monumento em manutenção, superlotação de visitantes, gente folgada/espaçosa e o pior: lixo para todos os cantos.

 
E ainda tem mais! O pior ainda estava por vir: o "gracioso gramado" em frente à torre tinha, além de lixo espalhado em todos os cantos, uma grade em toda a sua volta. Mas pra quê isso? Ninguém mais pode ficar deitado no gramado vendo a torre ou fazer um piquenique? Que horror! Este monumento realmente me pareceu meio largado... uma pena, grande pena!!!

Ela é linda, a engenharia e arquitetura investida lá não merecia tanto desdém.

Partindo decepcionadas fomos beirando o Seine. Muitas pessoas fazem esta caminhada para desestressar. Outras vão de bike, outras num cooper. É uma sensação tão boa ver tanta gente usufruindo do restinho de "natureza" que existe naquela cidade!

Mas andávamos que nem Frodo e Sam rumo à Montanha da Perdição. Eu tinha levado os meus chinelos na bolsa e ficava alternando com a sapatilha. Ainda bem que eu fiz isso, senão as bolhas nos pés iriam aparecer. O sol estava forte, mas não o suficiente para percebermos que estávamos nos queimando e muito. Ainda bem que eu estava com vestido de alças finas e decotado, senão, ficaria com marcas esquisitas.

Dica de Abril-Maio/2014: para quem está decidido a subir a torre de elevador fique esperto! Tentar comprar online os ingressos com 01 mês de antecedência pode não ser suficiente. Compre pelo menos com 03 meses de antecedência.

 

 

Trocadéro

 

Quando você descer na estação do metrô Trocadero (linhas 6 ou 9), vale muito a pena tirar fotos e apreciar a Tour Eiffel. Apesar da competição acirrada dos milhares de turistas e dos ambulantes vendendo chaveiros de mini torres, vale muito a pena ter paciência e passar por tudo isso. Espere para ver os "canhões d'água" explodirem de forma fenomenal os milhares de litros d'água em direção à torre, é lindo ver! E a cada passo que se dá do Jardin du Trocadero até a torre, você vai descobrindo um detalhe diferente daqueles observados na primeira vez que esteve lá. Neste caminho você encontra dois carrosséis, aliás... pela France, quando você vir um carrossel e um "Hotel de Ville", saiba que está numa cidade "grande" hahahaha... e como Paris é muito grande em comparação a todas as outras, lá você encontra pelo menos uns 4 carrosséis (pelo menos os que eu sei).

Quem acha que carrossel é coisa de criança chorona que quer ficar o dia inteiro dando voltas e mais voltas, saiba que até os pequenos podem ficar frustrados com tantos adultos (principalmente mulheres) querendo subir no carrossel para tirar fotos no brinquedo com a Eiffel ao fundo.

Depois que você chega na Eiffel, com aquela esperança de comprar um ingresso para subir a torre, nem que seja a pé pelas escadas, lembra que deveria ter comprado os ingressos online há uns 3 meses atrás. A fila é ignorante, gigante, atormentante, humilhante! Então desistimos... até porque o tempo fechou e a previsão era de chuva. Dito e feito! Chuva! Para os atentos eu passei uma dica valiosa: compre seus ingressos para a Eiffel coom pelo menos 3 meses de antecedência... em Março, quando chequei o site da torre, não tinha ingressos até final de Julho...

Andamos até o Mur de la Paix (fotos ao lado) que é um monumento literalmente chamado de "muro da paz" criado em Março de 2000 pela artista Clara Halter e  o arquiteto Jean-Michel Wilmotte . Está instalado em um lugar que é justamente um símbolo de guerra (o Champ-de-Mars leva o nome de "março", o Deus da guerra na mitologia romana, e o prédio da Academia Militar é seu vizinho).  É uma estrutura com pilares de concreto e grossos vidros com a palavra “paz” em vários idiomas. Mas o mais incrível é que é visível as rachaduras causadas pelo lançamento de pedras neste monumento. É um contraste triste...

Nota: é até agradável ir à Tour Eiffel à noite para tirar fotos. No início de Maio/2014 não havia muitos turistas mas os vendedores de pequenas “torres eiffels”  ficam insistindo que você as compre.  Aliás, no Trocadéro também há vários outros vendedores das torres e também fazem um trançado de alguma coisa para colocar no seu braço. Lógico que vão cobrar, parece Salvador.

Não esqueça que de 1 em 1 hora o pisca-pisca por toda a torre é aceso e dura 5 minutos. À 01h da manhã a torre toda é desligada. O metrô mais próximo para oMur de la Paix é o École Militaire (linha 8).

 

 

Pont Alexander III

 

E avistamos a ponte mais bonita do Seine, a Pont Alexandre III. Com decoração Art Nouveau de lampiões, querubins, ninfas e cavalos alados dourados em seus 2 extremos. Ele fica meio dividido entre dois arrondissement (o 7º e o 8º) mas mantenho-o aqui.

Foi construída entre 1896 e 1900 para comemorar a aliança franco-russa de 1892 e a Exposição Universal de 1900. Seu nome é uma homenagem ao czar Alexandre III (pai de Nicolau II), que colocou a pedra fundamental em 1896. O estilo da ponte combina com o Grand Palais ao fundo, na outra margem do Seine. É uma das maravilhas da engenharia do século 19, consistindo em um único arco de aço de 6m de altura que cruza o Seine em vão aberto.

Eu realmente fiz várias fotos da ponte porque ela possui muitos detalhes... e de certa forma eu ainda estava no pique para tirar fotos.

Avançando na viagem, pela qualidade das minhas fotos, dá pra perceber que eu já não aguentava mais tirar fotos, todas ficaram muito tortas, algumas desfocadas e eu simplesmente aceitei isso. Mas não dava mais... eu estava abusando de meus limites físicos. Além do mais, tem uma hora que a gente quer registrar na mente o que está vendo e não mais na lente fotográfica. Mas eu sei que volto logo pra lá e continuo o meu álbum.

Em Paris muitos prédios são tão lindos que não dá pra ficar tirando foto de tudo. Você olha pra direita e vê um prédio gigante no estilo renascentista. Olha pra esquerda, vê uma escultura belíssima, olha pra frente, vê uma igreja gótica. Nossa... é muito detalhe para absorver em pouco tempo! Sem falar nas ruas e avenidas que são um show à parte.

Metro: Invalides (linhas 8 ou 13) ou Champs-Élysées - Clemenceau (linhas 1 ou 13)

 

 

Musée Orsay

 

Escultura na entrada do Orsay

Na primeira vez que fui no Musée d’Orsay em Maio/2013 vimos poucas obras. Digo poucas não porque o lugar é pequeno ou porque não merece destaque, mas porque aproveitamos muito mal o lugar. Não tínhamos tanto tempo e levando em consideração que havíamos gastado muito tempo em nossa locomoção, desperdiçamos para contemplar este museu lindíssimo cheio de artistas que admiro muito. Mas voltei em Abril/2014 e o texto está em verde logo mais abaixo!

Do lado de fora

Em 1986, depois de permanecer desativada por 47 anos, a magnífica estação de trem projetada por Victor Laloux na virada do século foi reaberto como o Musée d’Orsay.

Era um terminal da estrada de ferro de Orléans no coração de Paris e por pouco não foi demolido em 1970. Felizmente muito da arquitetura original foi mantida durante sua adaptação para museu. O museu apresenta a rica diversidade das artes visuais de 1848 a 1914 e explica o contexto social e tecnológico no qual foram criadas.

Não é permitido fotografar no interior do museu e nem as obras. Mas na entrada do museu onde expus a foto ao lado ou do magnífico relógio, sem problemas. Quando estávamos na sala do Van Gogh, uma moça estava tirando fotos do autorretrato dele e a fiscal fingiu que não viu. Poxa, se não pode fotografar que seja uma regra a ser seguida por todos! Eu estava louca para fotografar também, mas não consigo desrespeitar.

Infelizmente o quadro "A Noite Estrelada" não faz parte do acervo do Orsay, está no Metropolitan Museum of Art em NY. Terei que ir pra lá e ver este quadro ao vivo e a cores... e que cores...

Reserve tempo neste museu, jamais faça como eu que não ficou nem 1 hora lá dentro. Só de lembrar que tive que ignorá-lo desta forma, me faz sentir o cruel e amargo sabor do arrependimento.

Em Abril de 2014 voltei com um pouco mais de tempo, porém, pasmem, perto do horário de fechamento do museu. Parece até maldição que, uma pessoa que planeja tudo certinho, tenha o amargo conhecimento da falta de tempo para fazer tudo o que deseja. Pelo menos vi a maravilhosa sala dedicada aos artistas impressionistas. As telas são super, ultra, mega importantes para a humanidade. São realizações magníficas e se você quiser chorar, vai lá! Vá quantas vezes puder! Esqueça os milhares de turistas e visitantes, não há museu no mundo com a imensidão daqueles quadros juntos! Quero voltar!

A ala em que estas obras se encontram é de uma energia revigorante! Lá você encontra, entre outras obras, as de Auguste Renoir (como La Balançoire + Duas Jovens ao Piano); Gustave Courbet (com o lindo L'Atelier du peintre); várias obras de Edgar Degas (como L'Absinthe + Prima Ballerina + Retrato da Damília Bellelli + La class de danse + algumas esculturas do artista, inclusive a famosa bailarina com vestidinho de tecido); Van Gogh (com Igreja de Anvers + Noite Estrelada Sobre o Rio Rhone + la Siesta); Edouard Manet (com Almoço no Campo + Olímpia + dans la serre); 'Portrait de l'Artiste au Fond Rose' de Paul Cézanne e é claro, Claude Monet (com O campo de Papoulas que é o quadro que mais amo + umas 3 do esaio da luz da Catedral de Rouen + Le Bassin aux Nymphéas, Harmonie Verte +  Rue Montorgueil dejeuner sur lherbe). Há vários outros, lógico... não vou citar todos para não ficar uma leitura maçante aqui!

Há várias outras expressões artísticas no museu como a ala reservada para arquiteturas modernas e esculturas belíssimas, inclusive algumas de Camille ClaudelAuguste Rodin (e minha nossa... deixaram os dois juntinhos rsrsrs por que?).

Informações:
Horário de funcionamento
: todos os dias das 09h30-18h exceto Segundas.Quinta-feira fica aberto até 09h45
Fechado nos dias 01/Maio e 25/Dezembro
Entrada: €11 (em Maio/14)

Entrada em conjunto com Orangerie: €16 (em Maio/14)
Todo primeiro domingo de cada mês a entrada é gratuita
Endereço: 1 Rue de la Légion d'Honneur, 75007 Paris

Metro: Solférino ou Assemblée Nationale (linha 12) / RER: Musée d'Orsay (linha C)

 

 

Esplanade des Invalides

 

A Esplanade des Invalides é um complexo grande com museus e monumentos, todos relativas à história militar da França. Os museus são: Musée de l'Armée, o museu militar do Exército da França, o  Musée des Plans-Reliefs, e o Musée d'Histoire Contemporaine, bem como a igreja e local de enterro de alguns dos heróis de guerra da França e Napoleon Bonaparte.

Louis XIV iniciou o projeto para a construção de lares e um hospital para soldados idosos no final de 1670, sendo o nome do hospital, "Hôpital des Invalides". O projeto foi concluído 1676 e traz a a cour d'honneur (ou "corte de honra") para desfiles militares. Sentiram que os veteranos necessitavam de uma capela, sendo esta concluída em 1679 e hoje é conhecida como Église Saint-Louis des Invalides.

Pouco depois da conclusão desta capela dos veteranos, Louis XIV encomendou uma capela real privada e separada da antiga. esta foi inspirada pela St. Basílica de Pedro, de Roma, e o edifício é hoje considerado um dos triunfos da arquitetura barroca francesa e foi concluída em 1708. O interior da cúpula foi pintado por Le Brun, discípulo Charles de La Fosse, com motivo barroco do espaço visto de baixo. A pintura foi concluída em 1705.

Pátio interno

Pequeno tanque utilizado na 1ªGM

Olha a bagunça para ver o túmulo de Napoleon!

Igreja interna

Devido à sua localização e importância, o Invalides serviu de cenário para diversos eventos-chave na história francesa. Em 14 de julho de 1789, foi invadido por manifestantes parisienses que apreenderam os canhões e mosquetes armazenados em suas adegas para usar contra o Bastille. Napoleon foi enterrado sob a cúpula dos Inválidos com grande cerimônia em 1840. Em dezembro 1894 a degradação do capitão Alfred Dreyfus foi realizada antes do edifício principal, enquanto sua posterior reabilitação cerimônia ocorreu em um pátio do complexo em 1906. O edifício manteve a sua função primária de lar de idosos e hospital para veteranos militares até o início do século XX e aos poucos foi virando museus.

O local é bem amplo e meio vazio. O dia estava nublado e com chuva que vinha e ia. Você pode entrar e apreciar o grande pátio à vontade, bem como entrar na capela. Mas para qualquer museu e até mesmo a igreja com o caixão de Napoleon, você tem que pagar. Eu não entrei, não quis e nem tive vontade. Sei que você pode ver nos museus o cavalo do Napoleão empalhado, armaduras, equipamentos de guerras, armas de várias épocas, pode aprender sobre as guerras que a França este envolvida e enfim... Uma overdose de guerra. Mas eu não precisava disso. Talvez, um dia, quando conhecer Paris em sua plenitude e não tiver mais nada de novo para conhecer, volto no Invalides e vejo tudo! Acho que me deu overdose de guerra e equipamentos de guerras quando fui à Europa Central...

MetroInvalides (linha 8 ou 13) ou RER linha C

 

Um bom lugar para refeição: Cafe Latour Maubourg

 

Perto do Invalides, almocei no Cafe Latour Maubourg - LM Brasserie. Por todo norte da France eu me dei muito mal pedindo pratos que jamais imaginei que seriam gigantescos. Desta vez acertei em cheio em um prato do tamanho da minha fome e do tamanho do meu estômago: pequeno. E finalmente eu comi o pato que é uma das carnes que mais gosto no mundo. O "magret de canard sauce au miel" (peito de pato no molho de mel) que pedi bem ao ponto estava di-vi-no e veio com um Purê de batatas que derretia na boca. Pela qualidade e apresentação, os €18 que desembolsei foi justíssimo! Para finalizar, tomei um café vienenseque é o clássico café espresso médio com chantilly que estava razoável... um chantillyproveniente do creme de leite fresco é infinitamente superior ao chantilly spray... e este era spray... O local é agradável, sente-se perto do terraço envidraçado! Apesar de ser apertadinho (e olha que eu sou pequena), vale a pena matar a fome lá. O atendimento é ótimo!
Endereço: 58, Boulevard La Tour Maubourg, Paris. Metro: La Tour-Maubourg (linha 8)
 
 

 
 
 

Clique na imagem abaixo para abrir o mapa dos locais indicados neste site:

 

 Mais lugares para conhecer:

 

  • River Cruise Port: para quem quer passear pelo rio Seine
  • Musee Des Egouts De Paris: museu dos esgotos de Paris
  • Musée Rodin: Inaugurado em 1919 no Hotel Biron e exibe obras do escultor francês Auguste Rodin. Enquanto morava na Villa des Brillants (em Meudon, subúrbios de Paris), Rodin usou o Hôtel Biron como sua oficina a partir de 1908, e posteriormente doou a sua colecção completa de esculturas (juntamente com pinturas de Vincent van Gogh e Pierre-Auguste Renoir que ele tinha adquirido) para o Estado francês sob a condição de que tinha de transformar o prédio num museu dedicado às suas obras. O Musée Rodin contém a maioria das criações significativas de Rodin, incluindo O Pensador, O Beijo e os Portões do Inferno. Muitas das esculturas estão expostas no grande jardim do museu em ambientes naturais. O museu é um dos museus mais acessíveis de Paris. Está localizado perto de uma paragem de metro, Varenne, num bairro central, a taxa de entrada é muito razoável. Atrás do edifício do museu existe um pequeno lago e um restaurante. O museu tem também uma sala dedicada às obras de Camille Claudel e também algumas pinturas de Monet, das coleções pessoais de Rodin. Dica: entrada gratuita no primeiro Domingo de cada mês!
  • Deyrolle: Loja de taxidermia lendária parisiense. Endereço: 46 Rue du Bac, 75007 Paris
  • Rue de Verneuil: Local onde o cantor e compositor Serge Gainsbourg viveu por mais de 20 anos, e aonde ele morreu em 2 março de 1991.
  • Quai Voltaire: não deixe de andar por esta avenida... linda!
  • Musée du Quai Branly: pertinho da Eiffel, é o Museu das Artes e Civilizações da África, Ásia, Oceania e Américas.
  • Restaurant Astrance: com comida bem requintada. Endereço: 4 Rue Beethoven, 75016 Paris. Telefone: +33 1 40 50 84 40
  • Au Bon Accueil Restaurant: Sofisticado e elegante, sente-se no terraço para apreciar a Eiffel. Cardápio a preço fixo do jantar (€40 a 60). Endereço: 14 Rue de Monttessuy, 75007 Paris. Telefone: +33 1 47 05 46 11.
  • Maison Constant. Do chef Christian Constant, estrelado segundo o Gioa Michelin. Endereço: 135 Rue Saint-Dominique, 75007 Paris. Telefone: +33 1 47 53 73 34
  • Café Constant: do chef estrelado pelo Michelin, é um café-bristrô tradicional do chef Christian Constant que prepara pratos com qualidade. Preço de €25 a €40.
  • Monsieur Bleu: Restaurante sofisticado e chic. Endereço: 20 Avenue de New York, 75116 Paris.
  • Fromagerie Laurent Dubois: queijos de qualidade. Endereço: Rue de Lourmel, 75015 Paris.
  • Fromager Marie-Anne Cantin: queijos tradicionais e de qualidade. Endereço: 12 Rue du Champ de Mars, 75007 Paris.
  • Gâteaux Thoumieux: patisserie top. Endereço: 58 Rue Saint-Dominique, 75007 Paris.
  • L'Arpege: restaurante do chef Alain Passard (3 estrelas no Guide Michelin) com cardápios criativos e exclusividade da sobremesa de doce de tomate com 12 condimentos. Preços de €40 a 60. Endereço: 84 Rue de Varenne, 75007 Paris. Telefone: +33 1 47 05 09 06.
  • Fromagerie Quatrehomme: queijos de qualidade. Endereço: 62 Rue de Sèvres, 75007 Paris.
ATENÇÃO: Algumas informações descritas no site podem mudar, como por exemplo, preços, horários de funcionamento e até mesmo endereços. Consulte sempre antes de ir! Não possuímos vínculos com as empresas, serviços e profissionais mencionados neste site.

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