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NOTRE DAME
Postado por Estela T em junho 16, 2012 Editado em abril 21, 2017

Aqui estamos no bairro (arrondissement) NOTRE DAME, talvez um dos mais aguardados para se visitar em Paris. Famoso por sua catedral inconfundível, e o Museu Victor Hugo, vale a pena conhecer o seu cantinho mais contemporâneo representado pelo Centre Georges Pompidou, além de curtir um Jazz.

 

4º ARRONDISSEMENT: NOTRE DAME

 

Páginas de Paris remodeladas e divididas por arrondissement (os bairros de Paris). Preços e horários descritos no site podem mudar. Consulte sempre antes de ir! Texto em preto sobre a viagem realizada no final de Maio/2012 e em verde entre Abril e Maio/2014

 


 

Cathédrale Notre Dame de Paris

4-notre-damme-01Do Quartier Latin, fomos à pé até a Île de la Cité conhecer a Cathédrale Notre Dame de Paris (note: há várias Notre Dames na France e esta é a de Paris). Fomos a pé, nem acreditei quando chegamos lá. Nem acreditei que tínhamos conseguido esta proeza com o restinho de nossas forças, já que estávamos extremamente cansadas de tanto andar pela cidade.

Sim. Os monumentos e museus são muito próximos uns dos outros em Paris. Mas devo lembrar que tínhamos feito uma maratona forte por Istambul, por isso que estávamos exaustas.

Nenhum outro edifício resume a história de Paris melhor do que a Notre-Dame. Construída no lugar de um templo romano, a catedral foi encomendada pelo bispo de Sully em 1163, dando início a 2 séculos de trabalho por parte de inúmeros arquitetos e artesãos medievais. A catedral foi testemunha de grandes eventos da história francesa, inclusive a coroação de Henri VI of England , em 1422, e Napoleon Ier, em 1804. Durante a Revolução Francesa, o prédio foi profanado e rebatizado como "Templo da Razão". Grandes reformas (inclusive o acréscimo de 2 pináculos e de gárgulas) foram realizadas no século 19.

Quando chegamos ela já estava fechada para visitação, até porque eram umas 20h apesar do sol. Foi bom vê-la sem muitas pessoas na sua frente e o sol “de começo de noite” fez um efeito de luz magnífico nela. Fiquei imaginando no outono, com aquela luz alaranjada. Hum... Boa época para voltar...

A parte principal e mais fácil para tirar fotos é onde fica a “Rosácea Oeste” que retrata a Virgem. Tem uma praça enorme na frente e é o local onde 99% das fotos são feitas por turistas. Aproveite para ver o ponto zero destacado no chão da praça!

Para entrar na catedral, voltamos outro dia com mais calma e um melhor planejamento do tempo. A fila do lado de fora assusta, porém, anda rápida porque a catedral é gigante. Mais uma vez constatamos que não havia fila preferencial para quem tem o Paris Pass. Foi aí que fiquei pensando se realmente é vantagem ou não a bagaça. Mas no fim, compensou...

Entrando na catedral vimos que ela não é só bonita por fora, mas também é igualmente magnífica por dentro. Fiquei imaginando o som do órgão, deve ser arrebatadora a acústica! Se eu tivesse tempo queria ver um coro. Mas estávamos no meio da muvuca, muita gente, foto, foto, gente rezando, gente querendo passar... Affff..... Não dá para absorver a beleza do lugar deste jeito!

Dizem que há missas rezadas em latim. Não participamos.

Quando demos a volta completa dentro da catedral, era hora da gente subir nas torres. A fila fica do lado de fora (lado esquerdo para quem está de frente à face oeste da catedral). Mas a fila era tão gigante que desistimos.

Nesta hora comemos em um modesto quiosque um salgadão quadrado de brioche com queijo (tipo emmental). Estava muito bom pra quem não tomava café da manhã no segundo dia consecutivo. Acho que cada um custou €5. Fica bem em frente à face norte da catedral, na rue 14, du Cloître Notre Dame. Chama-se Creperie du Cloitre.

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Outro dia (no nosso último dia, pra falar a verdade) acordamos bem cedo e subimos finalmente nas torres da Notre Dame. Desta vez a fila estava menor. Há um limite de pessoas que pode subir na torre e se não me engane, são 20 pessoas por vez. Subimos muitas escadas no estilo caracol. Quando eu digo muitas, é porque eram MUITAS mesmo (400 degraus)!!!

Mas no meio desta subida, há um salão com uma lojinha da Notre Dame. Lá eu vi uma bolsinha de moedas de camurça vermelha e comprei para dar para minha mãe. Bati o olho naquele negócio e já me lembrei dela, pois soube que seria um presente muito útil e bonito. Custou €6,50. Achei barato para algo de couro legítimo. Fiquei feliz por este achado. É como se fosse um porta moedas do Corcunda hahahaha.

Continuando a subir a escada caracol, chegamos na primeira parada da torre, tiramos fotos das gárgulas. Mas a decepção foi me ver e me sentir dentro de uma gaiola. Sim!!! Gaiola!!!. Acho que muitas pessoas já se jogaram de lá para cometer um suicídio digno de rei ou rainha. Mas a gaiola faz com que o local perca todo o charme e suas grades dificultam o manuseio da câmera, então tirar fotos lá em cima não é algo tão simples assim... Daria para tirar várias fotos lindíssimas lá, mas com a grade ficava difícil. Uma pena, muita pena mesmo! Nunca ninguém me falou desta gaiola, nunca li sobre esta gaiola e jamais pensei que ela existia. Então, para você que vai pra lá, não vai se decepcionar porque eu já estou avisando de antemão.  De toda forma, vale a pena! Tudo sempre vale a pena!

Eu achei a vista do alto da torre de Notre-Dame mais bonita do que da Sacré Cœur porque simplesmente de lá dá pra ver a própria Sacré Cœur. Além disso, todos os monumentos estão mais próximos, o que engrandece a vista.

Informações:
Horário de funcionamento:
 A catedral está aberta todos os dias do ano das 08-18h45 (até 19h15 aos sábados e domingos).

Gratuito

Métro: Cité ou Saint-Michel

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Crypte Archeologique de la Cité

 

4-crypteAproveitando que estávamos na Île de la Cité, fomos na Crypte Archeologique que está situada sob o pavis (praça principal) de Notre-Dame e estendendo-se ao longo de 120m subterrâneos. Foi inaugurada em 1980 como Museu de Arqueologia de Paris, depois que as ruínas foram descobertas quando escavavam o local para a construção de um estacionamento!

Nela você encontra ruas e casas do período galo-romano, com sistema de aquecimento subterrâneo, partes da muralha defensiva da Lutécia romana do século 3º a.C. e ruínas da catedral. Maquetes explicam o desenvolvimento histórico de Paris desde o estabelecimento dos Parisii, a tribo celta que habitou a ilha há quase 2.000 anos e deu nome à cidade.

A Crípta é interessante?
Sim... Mas achei muito pequena e deveria ter mais referências visuais...

Informações:
Horário de funcionamento:
Terça a Domingo das 10-18h. Fechado nas Segundas e feriados (01/Jan, 01/Mai, 08/Mai, Domingo de Páscoa, Ascensão, Domingo de Pentecostes 14/Jul, 15/Ago, 01 e 11/Nov e 25/Dez.
Entrada: €6
Audioguide: €3
Métro: Cité ou Saint-Michel

 
 
E depois de descer das torres da Notre Dame, fomos meio que andando sem rumo. Demos a volta por trás da catedral e caímos do outro lado do rio Sene pela Pont L’archevéché. Esta ponte eu achava que era a Pont des Arts com os cadeados. De lá dava para ver a Notre Dame e tirar fotos ótimas! Nas banquinhas da Quai de Montebello dá pra encontrar boas lembrancinhas da cidade: comprei 3 conjuntos de 6 porta-copos de boa qualidade por €10. Jamais compraria algo deste tipo e por este preço em São Paulo.
 
Comércio na "Quai de Montebello"

Comércio na "Quai de Montebello"

Pont L’archevéché

Pont L’archevéché

 

Sainte-Chapelle

4-saint-chapelle-01Saindo do nosso hotel e estando perto da estação Grands Boulevards, descemos na estação Châtelet e caminhamos até a Île de la Cité para conhecermos a Sainte-Chapelle. A fila estava grandinha e não há fila preferencial para quem tem o Paris Pass, mas não demorou muito a andar. Acho que gastamos uns 15 minutos no total.

Esta igreja tem sido aclamada como uma das maiores obras de arte do mundo ocidental. Era um “portão para o céu” aos devotos da Idade Média. Possui 15 maravilhosos vitrais, separados por colunas muito finas que se erguem por 15 metros até o teto pontilhado de estrelas. Estes vitrais representam mais de 1.000 cenas bíblicas em um caleidoscópio de cores vermelho, ouro, verde e azul (desde o Gênese até a Crucificação e o Apocalipse). 

A capela foi terminada em 1248 por Luis XI para abrigar o que se acreditava ser a Coroa de Espinhos de Cristo e fragmentos da verdadeira Cruz, agora no tesouro de Notre Dame. O rei, que foi canonizado por suas boas obras, comprou essas relíquias sagradas do imperador de Constantinopla, pagando 3 vezes mais por elas do que por toda a construção da capela.

4-saint-chapelle-02O edifício tem duas capelas separadas. A capela inferior era usada pelos criados e funcionários menos credenciados da corte, enquanto  que a magnífica capela superior estava reservada para a família real e os membros da corte.

Durante a Revolução Francesa, o edifício foi muito danificado e tornou-se um depósito. O prédio foi restaurado somente após 1 século do fim da Revolução pelo arquiteto Viollet-le-Duc.

Não importa se é primeiro ou segundo andar, a capela é muito bonita. Infelizmente quando eu fui, no segundo andar, havia um tapume de restauração cobrindo boa arte dos vitrais do lado esquerdo da capela. Que pena! Ver aquele tapume cobrindo os vitrais me deixou aborrecida. Desta forma, só fiz fotos dos vitrais da direita e do lado de fora.

A impressão que ficou era de que a Europa estava em reforma justamente no mês que pude ir pra lá!

Note: optamos descer na estação Châtelet porque até você fazer a baldeação para chegar na estação Cité, que fica no meio da île de la Cité, vale mais a pena fazer este trajeto a pé pelas ruas de Paris. Para não confundir, saiba que a entrada da Sainte-Chapelle é dividida com o Palais de Justice.

Informações:
Horário de funcionamento: De 01/Mar a 31/Out das 9h30-18h; de 01/Nov a 28/Fev das 09-17h. Fechado em 01/Jan, 01/Mai, 01/Dez e 25/Dez.
Entrada: €8,50 (há com controle de objetos de metais)
Audioguide: €4,50
Metro: Cité. Alternativas: Châtelet, Pont Neuf, Saint-Michel.

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Centre Georges Pompidou

 

4-centre-george-01Centre National d'Art et de Culture Georges-Pompidou é um complexo fundado em 1977 e possui museu, biblioteca, teatro, entre outros espaços culturais. É quase como um SESC e também uma boa oportunidade para checar obras de alguns artistas brasileiros como Di Cavalcanti, Lasar Segall e Candido Portinari... nesta hora dá um orgulho gostoso de prestigiar estes artistas em local não tupiniquim. Confira também obras de Picasso e o impressionante quadro que retrata a jornalista Sylvia von Harden, de Otto Dix.

A fachada do prédio é bem diferente, meio industrial com grandes tubulações grandes, algo que me lembra o brinquedo Lego. Foi desenhado pelo arquiteto italiano Renzo Piano e pelo arquiteto britânico (também nascido na Itália) Richard Rogers. O projeto foi considerado extremamente arrojado para a época, sendo inserido em um momento de crise da arquitetura moderna, e lógico, como qualquer obra de impacto em Paris, foi criticada. Hoje é considerado um dos principais exemplos da arquitetura high-tech, tendência altamente explorada nos anos 1970 e que continua a ser observada até hoje. Se for pensar com a cabeça dos anos 70, é possível imaginar que ele realmente era bem high-tech com as suas escadas rolantes expostas para quem vê do lado de fora, tubos de eletricidade, ar condicionado e água expostos também na parte externa para otimizar o espaço interior... deve ter sido uma loucura a inauguração!

O acervo de obras de arte, apesar de valiosas, achei pequena. Há muitos rascunhos de projetos de arquitetura, tinha até um projeto arquitetônico brasileiro, o que foi bem interessante. Muitas obras "hiper modernas" surgiam diante de meus olhos e venho relatando minha opinião quanto a este tipo de expressão artística neste meu site... eu realmente não consigo me impressionar e nem me emocionar, bem... é uma opinião totalmente pessoal. No final, eu esperava mais do Centre Pompidou... mas acredito que a visita seja mais plena quando se assiste a uma peça de teatro, um show ou um filme e eu não estava lá para isso... A vista no último andar vale a pena: vários telhados parisienses que eu amo e a Sacré Coeur vigiando Paris... adoro esta vista!

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Henri Matisse

Henri Matisse

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Lasar Segall

Candido Portinari

Candido Portinari

Picasso

Picasso

 

La Fontaine Stravinsky

 

4-fontaine-stravinsky-01Demorei muito para conhecer a Fontaine Stravinsky, mas nunca é tarde para ir aos locais que um dia você sonhou na vida! Basta ter esperança e manter o foco!

Quando eu era pré-adolescente, estudava francês sozinha em casa graças a um canal de TV estatal brasileiro. Tinha um programa que ensinava a língua francesa e o que eu mais lembro do programa é justamente as filmagens feitas em frente a esta fonte. Nunca me saiu da cabeça e foi bem nostálgico estar finalmente lá. Mais que a torre Eiffel, esta fonte sempre habitou o meu subconsciente como, acreditem se quiser, o símbolo de Paris para mim.

Nesta fonte há 16 esculturas bem moderninhas que se movem ou soltam água e são todas representações de obras do compositor russo Igor Stravinsky. Criada em 1983 pelos escultores Jean Tinguely e Niki de Saint Phalle fica ao lado do Centre Georges Pompidou.

 
A fonte é um piscinão que possui 580m² e ao fundo há um contraste com a arquitetura antiga representada pela  Eglise de Saint-Merri, a mais antiga de Paris!. Dentro da piscina as esculturas na fonte representam:

  • 4-fontaine-stravinsky-02L'Oiseau de feu (pássaro de fogo)
  • La Clef de Sol (a chave musical de Sol)
  • La Espiral (espiral)
  • L'Elephant (o elefante)
  • Le Renard (a raposa)
  • Le Serpent (a serpente)
  • La Grenouille (o sapo)
  • La Diagonale (a diagonal)
  • La Mort (a morte)
  • La Sirene (a sereia)
  • Le Rossignol (o rouxinol)
  • L'Amour (o amor)
  • La Vie (a Vida)
  • Le Coeur (o coração)
  • Le Chapeau (o chapéu do palhaço)
  • Ragtime (caricato)


Ao redor, muitas pessoas param para descansar. Há ainda muitos restaurantes e por isso, tente reservar um momento para comer ou tomar algo e apreciar os pequenos movimentos das esculturas e o comportamento das pessoas. É um cantinho de paz da cidade.

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Cave Du 38 Riv'

4-cavQue tal fazer algo que quase nenhum turista faz? Bem... eu adoro sair do circuito básico e entrar no mundo do cara que mora lá. Para mim, fazer tudo o que todo mundo faz é tão atormentante quanto seguir a moda das roupas... Então, sempre opto em incluir no mínimo um passeio diferente ou considerado extravagante!

Cav du 38 Rivoli surgiu da iniciativa de um senhor que inclusive, estava na cave conosco assistindo ao show (e vibrando muito), e que já foi baixista por 20 anos. Em 2007 ele tomou posse do lugar e decidiu abrir a cave para apresentações musicais, onde o foco é o jazz.

Este local é tão fora do circuito turístico que até perguntaram como havíamos tomado conhecimento do mesmo.

O conjunto musical que se apresentou tocou bem, mas sinto que faltou alguma coisa e não somente a bateria. O repertório foi 100% instrumental, não sabia que ia encher de gente, e logo depois, encheu. Tocaram por 2 horas, mas tivemos que sair antes do fim, para aproveitarmos as luzes da cidade... e por incrível que pareça, não são muitas luzes noturnas da “cidade luz”. E nem há muitas pessoas nas ruas à noite o que deixa o ambiente até meio assustador. Estava frio, é obvio que todo mundo estava embaixo das cobertas esquecendo da existência do frio. E nós estávamos lembrando e vivendo muito bem o frio, mas valeu a pena andar muito à noite passando pelo Louvre e depois pela Eiffel, e ficar lá até desligarem as luzes da torre por completo.

Informações:
Entrada: €10
Endereço: 38 Rue de Rivoli, 75004 Paris
Telefone: +33 1 48 87 56 30
MetroHôtel de Ville ou Saint-Paul.

Sugiro comer antes porque só tem uma opção de lanche por €5 e algumas bebidas.

 

Maison de Victor Hugo

 

4-maison-victor-hugo-01Visitamos um dos poucos museus gratuitos de Paris, a Maison de Victor HugoO registro conta que  Victor Hugo morou no segundo andar desta casa, que originalmente era o Hôtel Rohan-Guéménée, durante 16 anos entre 1832 e 1848.  Durante este período, Victor Hugo escreveu seu célebre "Les Miserábles".

O prédio é antigo, data de 1605 e recebeu Victor em torno dos seus 30 anos de idade e sua esposa Adèle em outubro 1832. Eles alugaram um apartamento de 280m². O museu foi aberto em 1903 e hoje é composto por uma antecâmara que conduz o visitante através do Salon Chinois (sala chinesa) para a sala de jantar e depois para o quarto. Eu realmente não sei qual era a tendência de decoração em 1830-1850 mas me custa a acreditar que o teto, as paredes, as cortinsa e os tapetes tinham a mesma estampa. A poluição visual é imensa! Pelo o que eu li, foi tudo decorado através de registro de fotos e utilizaram móveis de outros lugares que Victor Hugo morou, alguns datam desde a sua infância.

Aproveite para conhecer a Place des Vosges que fica na frente da casa dele! Eu não conheci porque estava chovendo forte! Aliás, fiquei com dó de andar na casa dele com a sola sapato molhada...

No térreo fomos à exposição do “L’Homme qui rit (O Homem que Ri) que é uma das célebres obras de Victor Hugo e já foi adaptada para o teatro, quadrinhos (do tipo mangá) e para o cinema. A obra é um retrato sombrio da natureza humana, mais especificamente da aristocracia inglesa do século XVIII. Onde Victor Hugo parte do grotesco e da deformidade plantada na face de uma criança de sangue nobre traficada a mando do rei Jacques II para desvelar as mazelas e desmandos de uma sociedade decadente moralmente.

Eu adorei a exposição, uma pena que não era permitido fotografar... fiquei com uma vontade imensa de ler o livro!

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Informações:
Horário de funcionamento:
Aberto de Ter a Dom das 10-18h, exceto às segundas-feiras e feriados (01/Janeiro, Domingo de Páscoa, 01/ Maio, 08/Maio, Ascensão, Quinta 14/Julho, 15/Agosto, 01/Novembro, 11/Novembro de 25/Dezembro)

Metro: Bastille, Saint-Paul ou Chemin-Vert 
Endereço: 6 place des Vosges, 75004 Paris 
Telefone: 01 42 72 10 16
Lugares de estacionamento para pessoas com deficiência: 4 e 6 pl. Vosges 
Entrada gratuita para coleções permanentes 
Audioguide: €5 (inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, japonês)
Entrada para exposições temporárias: €7

 


 

Clique na imagem abaixo para abrir o mapa dos locais indicados neste site:

 

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Mais lugares para conhecer:

 

  • Académie de la Magie:  O museu ocupa caves do século 16 sob a casa do Marquês de Sade e inclui itens relativos à shows de mágica, ilusões de óptica, caixas secretas, brinquedos de corda, espelhos mágicos. Possui museu sobre o assunto.
  • Place des Vosgesé a mais antiga praça planejada de Paris e considerada um das mais bonitas.
  • Tour Saint Jacquesjá foi a igreja Saint-Jacques-de-la-Boucherie mas hoje só resta a torre de 52m em estilo flamboyant gótico do século 16.
  • Se estiver calor ou simplesmente quiser um bom sorvete, vá no Maison Berthillon na 31 Rue Saint-Louis en l'Île, 75004 Paris, pertinho da Notre Dame, mas oficialmente fica no 4th Arrondissement Hotel de Ville... deixei nesta página porque é do ladinho!
  • Shakespeare & Co. perto da Notre Dame mas do lado para a St Germain é uma livraria bem antiga e fica na 37 Rue de la Bûcherie, 75005 Paris.
  • Para conhecer um pouco mais sobre o absinto, é recomendado o Vert d'Absinthe na 11 Rue d'Ormesson, 75004 Paris. Aliás, esta rua foi locação para um dos filmes da trilogia Bourne.
ATENÇÃO: Algumas informações descritas no site podem mudar, como por exemplo, preços, horários de funcionamento e até mesmo endereços. Consulte sempre antes de ir! Não possuímos vínculos com as empresas, serviços e profissionais mencionados neste site 😉

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