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LOUVRE
Postado por Estela T em maio 7, 2014 Editado em junho 26, 2017

1º ARRONDISSEMENT: LOUVRE

 

Páginas de Paris remodeladas e divididas por arrondissement (os bairros de Paris). Preços e horários descritos no site podem mudar. Consulte sempre antes de ir! Texto em preto sobre a viagem realizada no final de Maio/2012 e em verde entre Abril e Maio/2014

 


 

Musée de l'Orangerie

Eu tinha visto em algum lugar que o Musée de l'Orangerie não fazia parte do Paris Pass.... Estava enganada, porque fazia sim. Mas não foi caro, custou €8. O ruim é que ficamos na fila e se tivéssemos o cartão, teríamos evitado a fila... mas de qualquer forma, ficar parada na fila me fez bem porque consegui descansar e dei "um tempo" aos pés.

E entramos no Orangerie. Que emoção! A única coisa que me importava era ver as Les Nymphéas de Claude Monet que estão dispostas em duas salas deste museu e foram pintadas entre 1899 e 1921. Lembro de ter visto um documentário sobre os artistas impressionistas e nada me faz esquecer do que me foi apresentado sobre Monet. Ainda me lembro da foto dele naquela mesma sala em que eu estava, diante dos quadros. E nada me faz esquecer sobre a sua tentativa de reavê-los porque depois, ele se arrependeu e os queria de volta. Não conseguiu. Estar lá foi o melhor de Paris, para ser sincera. Eu conseguia vê-lo pintando estas obras. Foi algo tão emocionante que me senti no jardim dele e até chorei um pouco. O objetivo dele de compartilhar a emoção/sensação de estar no seu jardim ele realmente conseguiu. E isso é o que faz dele um gênio!

Tentei ao máximo escanear na mente cada detalhe dos quadros. Les Nymphéas de Monet são mais do que obras de arte para mim, é algo totalmente espiritual.

Na saída do Orangerie, você dá de cara com a Place de la Concorde e eu até hoje não sei porque é um lugar tão cheio... mas havia um tipo de barraquinha vendendo crêpes e waffles. Eu comi este último com marmelada. Depois que eu havia feito o meu pedido, me arrependi por não ter pego o de chocolate. Mas para a minha surpresa o waffle de marmelada estava delicioso e na medida certa! Deve ter custado uns €5, uma delícia, nem muito doce, nem muito quente.

Partindo de lá, pegamos o metrô mais próximo, o Concorde e descemos na estação Odéon para andar na rue Saint-Germain-de -Prés. Estávamos ainda mais cansadas, o sol estava ardendo a pele e precisávamos sentar. Avistamos o primeiro café aberto e lá enraizamos hahahaha.

Vale lembrar que o chão da entrada do Orangerie é feito de pedrinhas pisoteadas que por muitas vezes viram pó. Um pó claro. Desta forma, evite usar sapatos muito queridos e/ou escuros, senão o seu sapato ficará bem sujo. Aliás, este mesmo material é visto por muitos lugares cobrindo os chãos de Paris como em volta do Sene, na Eiffel...

(Mai/2014) Voltar para um lugar que mostra a expressão artística de um gênio depois de ter andado por onde ele andou, não tem preço... Toda aquela emoção que eu senti visitando os locais que Monet passou como Giverny, Rouen e Etretat ficaram ainda mais completas quando retornei ao Orangerie e ao Musée d'Orsay

Entrada do Orangerie

Apesar de ser um museu pequeno, para quem aprecia a escola impressionista, vale muito a pena. Se o Orangerie tivesse apenas a sequencia Les Nymphéas de Monet já valeria a pena.

Não esqueça de ver mais Monet no andar de baixo e também encontre: Matisse, Sisley, Renoir, Modigliani, Cézanne, Gauguin, Derain e até Picasso. O arquivo é pequeno mas impressionante com obras mega importantes de cada artista! Imperdível!

Informações:
Horário de funcionamento: todos os dias, exceto Terça das 09-18h.
Fechado em 01/Mai, na manhã de 14/Jul e dia 25/Dez.
Entrada: €9 (preço em Mai/2014, sempre cheque antes de viajar)
Gratuito no primeiro Domigno de cada mês
Audioguide: €5 em francês, inglês e espanhol
Endereço: Jardin Tuileries, 75001 Paris
Metro: Concorde (linha 1 ou 8 ou 12)

Proibido tirar fotos

Dica: Comprei o ingresso do Orangerie quando comprei o ingresso do Musée d'Orsay (combo) por €16. Desta forma visitei o Orsay no dia 30 de Abril/2014 e fui no Orangerie no dia 02 de Maio/2014. Chegando no Orangerie com ingressos em mãos, há uma fila diferenciada que anda um pouco mais rápida do que aquela para visitantes sem ingresso ou sem Paris Pass

 

 

Musée du Louvre

Do Chatêau de Versailles, fomos ao Musée du Louvre de trem descendo na estação Palais Royal–Musée du Louvre.

Ao chegarmos na rua do Louvre, procuramos algum lugar para almoçarmos. Não havíamos tomado café da manhã e era quase 13h, então, naquela redondeza entramos no Café de la Comédie (157 rue St Honoré). É um café típico de Paris que me arrependo de não ter tirado fotos do local. Era bem bonitinho, simples e barato. Por €54 minha amiga e eu almoçamos muito bem. Porém o suco de limão que eu pedi era a coisa mais tenebrosa de toda a viagem. Não deu pra tomar aquilo, era venenoso. Eu pedi uma coxa de pato com sei lá o quê. Quando o prato chegou, a coxa era gigante, me senti o próprio Obelix comendo um pernil hahahahaha!

Comi, gostei, mas já experimentei patos bem melhores do que aquele. Não lembro o que minha amiga pediu, mas saliento que também foi um prato grande. A moça que nos atendeu era muito esforçada e simpática. Sempre pronta para atender a uma solicitação e atenciosa aos detalhes, porque quando eu subi para o toilette, ela me avisou para tomar cuidado com a cabeça porque o teto era baixo. Estes detalhes no atendimento fazem a diferença do local. Abastecidas, fomos ao Musée du Louvre.

 

Um dos milhares corredores

O Louvre tem uma das mais importantes coleções de arte do mundo, e sua história vem dos tempos medievais. Foi uma fortaleza construída em 1190 pelo rei Philippe II para proteger Paris dos ataques vikings. François I substituiu a torre da prisão por um edifício em estilo renascentista. Por 4 séculos seguintes, reis e imperadores melhoraram e ampliaram o edifício.

A pirâmide de vidro surgiu dos primeiros planos para modernização e expansão do Louvre em 1981. Na época, previam a transferência do Ministério das Finanças na ala Richelieu. Feita de metal e vidro, a pirâmide permite que o visitante veja os edifícios ao redor do palácio, além de iluminar a área de recepção no subsolo.

Na entrada do Louvre, naquela grande pirâmide, pegamos um folder que dá a dica de como andar e apreciar o Louvre. É muito bem feito e inteligente, destaca as grandes obras e onde estão. Desta forma, sugiro que você não esqueça de pegar o mesmo folder, vai ajudar e muito a se localizar, porque o lugar é imenso! Este folder faz com que pessoas como nós, que infelizmente tem pouco tempo na cidade, consiga otimizar o tempo lá dentro. Acho que percorremos cerca de 60% do museu. Tem umas entradinhas meio secretas que passamos reto, mas as grandes obras nós vimos. 

Infelizmente há momentos dentro do Louvre que você simplesmente não consegue ficar parado frente a uma escultura ou quadro para analisar, absorver, conhecer, admirar a obra. Primeiro porque você vai atrapalhar alguém, segundo, é que é difícil achar espaço saudável para isso. Em algumas salas com obras não tão famosas, mas igualmente fabulosas é possível apreciar calmamente porque a grande maioria do público está lá somente para ver as grandes obras. Portanto, eu ficava mais tempo nestas "outras" obras do que naquelas que todo mundo ficava pirado em tirar 50.000 fotos idênticas. Deu a impressão de que o Louvre virou um ponto turístico apenas, e não um museu para você contemplar as obras da humanidade. Pena...

O Louvre possui quatro andares e partes reservadas para manutenção. Para quem ficar com fome no meio da peregrinação dentro do museu, pode se abastecer nas lanchonetes. São simplórias, mas ajuda a recarregar as energias. O preço é normal para quem está habituado a gastar em cidades como São Paulo. As filas não assustam mas o atendimento é demorado.

NOTA: Uma das mais incríveis esculturas do acervo do Louvre e uma das minhas favoritas não estava exposta devido a trabalhos de restauro: A Vitória de Samotrácia (foto do quarteto abaixo, a primeira à esquerda), que representa a deusa grega Nice. Ela ocupa o topo de uma das escadarias do Louvre e antes de ir embora, fui dar um "alô" pra ela mais uma vez... A surpresa foi esta... ela não estava lá. Eu não fiquei decepcionada porque eu já a vi, mas para você não sofrer um colapso nervoso quanto a este tipo de frustração, sempre dê uma olhadinha no site oficial do Louvre para checar o que as últimas notícias sobre as obras e não levar este susto, ok?

A primeira vez que fui no Louvre, em Maio/2012, o espaço destinado à arte islâmica estava em construção. Já ouvi falarem que esta exposição já foi aberta, mas duvido porque nunca houve espaço para este tipo de arte no atual acervo do Louvre... Mas depois me atualizei e vi que realmente, as peças são inéditas ao público. Então em Abril/2014 finalmente pude voltar ao museu e apreciar as obras e a arquitetura do lugar.

Através de um concurso internacional ganho em 2005, o arquiteto de Milano, Mario Bellini e seu colega francês Rudy Ricciotti, criaram um espaço  com iluminação natural com uma galeria subterrânea. Possui um telhado de vidro ondulado que eles queriam que lembrasse um grande véu e fica dentro do pátio histórico da Cour Visconti. O “gigante véu” foi construído com base numa rede de forma livre com 8.000 tubos de aço e vidro duplo isolante, envolto por uma malha de alumínio em ouro e prata. Painéis triangulares formam um tipo de colmeia que  são integrados à estrutura flutuante para refratar as imagens externas e luz difusa. Com um efeito ondulado dá uma sensação de leveza na estrutura mas ela pesa 120 toneladas. A galeria de arte islâmica possui 2.800 m² contando os seus dois andares e cerca de três mil peças.

Lá você encontra artigos em vidro, porcelana ou metal sendo estes utensílios domésticos ou de caça e guerra; lindos tapetes persas recém-restaurados, porcelanas do Norte da África e do Oriente Médio, delicados mosaicos de azulejo remontados, azulejos iznik persas, sírios e turcos.

A curadora é Sophie Makariou que tem a esperança de divulgar os aspectos da arte do oriente médio. Bem, de toda forma podemos observar muita influência que eles adquiriram da Ásia e Ocidente em suas peças. Muitas apropriações romanas e chinesas.

Enquanto todo mundo estava indo em direção à Gioconda, eu estava focada em chegar a este lugar... 

Nota: eu sei que minhas fotos de 2014 estão péssimas... Então desde já, me desculpo. Mas estou com uma câmera nova e ainda sou muito "trainee" nela... juro que vou fazer um curso de fotografia!

Informações:
Horários de funcionamento: De Seg, Qui, Sab e Dom das 09-18h. Qua e Sex das 09-21h45. Fechado nas Terças.
De Out a Mar, no primeiro Domingo de cada mês, o acesso à coleção permanente é gratuito.
Possui lanchonetes dentro e lojinha de lembranças
Entrada: €12 (gratuito no primeiro Domingo dos meses que vão de Outubro a Março)
Entrada Louvre + Musée Eugène Delacroix: €16

MetroPalais Royal - Musée du Louvre (linha 1 ou 7)
O museu alerta para ficar atento aos seus pertences para evitar furtos (Beware of pickpockets)
Se quiser comprar o ingresso online e evitar filas, clique AQUI.
 
 

Les Artistes du 59 Rivoli

A rue de Rivoli é bem famosa e vai ser impossível você não tomar conhecimento dela estando em Paris. Ela é grande e acaba atravessando o 1º e o 4º arrondissement. Destaco o "Les Artistes du 59 Rivoli". Descobri este lugar ao andar na rua em uma tarde chuvosa e friorenta. O prédio de portas abertas e muita cor me convidou para entrar e conhecer este local inusitado. Trata-se de um atelier de artistas distribuídos nos 6 andares do prédio. São no total 30 artistas onde você simplesmente entra no local de trabalho destes caras. Se tiver sorte, poderá vê-los executando algumas obras, mas pode pegá-los almoçando também hahaha. Foi um lugar totalmente diferente e boêmio, coisa que eu esperava ter visto em Berlin, porque eu acho isso a cara de Berlin, mas fui encontrar em Paris.

A história deste lugar começou em 1 º de novembro de 1999, na data do "Festival dos Mortos" onde três artistas conseguiram reabrir o atual edifício que havia sido abandonado pelo Crédit Lyonnais do Estado Francês por 15 anos. Para a limpeza do local, surgiu uma dúzia de artistas e o objetivo era (e ainda é):

  • Reviver um lugar vazio e sem uso 
  • Ter um lugar para artistas criarem, viverem e exporem suas obras
  • Expor uma forma alternativa de cultura


Eu realmente AMEI o local e a grande maioria das expressões artísticas! Adoro este tipo meio marginal, amo amo! Por todos os cantos eles te convidam para subir as escadas e na grande maioria das salas você pode tirar fotos. No meio de tanta informação, fique atento nas placas que pedem para não registrar em fotografias.

Gratuito, perto da estação Châtelet (linhas 1, 4, 7, 11 ou 14)

 

 

Paroisse Saint-Eustache

 

 

 

 

Construída entre 1532 e 1640, possui uma fachada gótica e um lindo interior renascentista. Seu órgão de 8 mil tubos é famoso já que Hector Berlioz e Liszt Ferenc o tocaram no século XIX. Você pode ouvir um recital aos domingos às 17h30.

No dia que eu fui foi tão difícil de encontrá-la que eu quase desisti! As imediações estão todas em reforma! Andamos em círculos e ela fica praticamente no meio da bagunça. E quando chegamos lá ela estava fechada! Sim!!! Fechada!!!!

Então tudo o que me restava era tirar fotos do rosto gigante da foto acima. Mas nem tudo são flores: tive que exercer a paciência extrema até as crianças que ficavam subindo e descendo nesta escultura fossem embora. Minha revolta surgiu porque primeiro é uma escultura, segundo porque bom senso adquire-se desde a infância mas é de responsabilidade dos pais... mas enfim... consegui tirar uma foto da belíssima escultura nela até aparece um dos guindastes da mega reforma! Isso não foi proposital, mas não tem como não tirar foto sem o guindaste
:^ (

Metro: Les Halles (linha 4)

 

Place Vendôme

A Place Vendôme é uma praça "de pedra" localizada próxima ao Louvre e você pode chegar facilmente lá após uma deliciosa andada pela Rue Rivoli. Esta praça é o ponto de início da Rue de la Paix. A arquitetura dela foi projetada por Jules Hardouin-Mansart, que concebeu em 1699 este plano urbanístico rodeado de prédios levantados de forma a arredondar a praça de forma harmônica. A maior parte das fachadas está classificada como Monumento Histórico. No meio da praça há uma coluna que foi construída em 1810. Foi feita do bronze de 1.200 canhões austríacos e russos, festejando assim a vitória da Batalha de Austerlitz em homenagem aos soldados franceses. Além desta história incrível, creio que é uma das colunas mais bonitas que já vi. Os prédios hoje possuem joalherias e lojas "très chics". Mas nada diferente daquilo que se espera mesmo.... Há um hotel e algum prédio governamental (eu acho... não lembro mais).

É... eu negligenciei a praça... tirei poucas fotos. Mas é que estava uma relativa bagunça devido a outra reforma... então tirei foto daquilo que mais me chamou a atenção: a  coluna.

Metro: Tuileries (linha 1) ou Madeleine (linha 8, 12 ou 14)

 

Fontaine des Innocents

Foi construída entre 1547 e 1550 em estilo renascentista francês. É hoje a mais antiga fonte da cidade. Foi encomendada como parte da decoração da cidade para comemorar a solene entrada real do rei Henri II em Paris, em 1549. Uma vez que a procissão passou, a estrutura tornou-se uma simples fonte de água com torneiras, ornamentos de cabeças de leão e escorrendo água permanentemente. Extravagâncias reais...

O entorno da fonte, no dia que fui, era uma mistura de nóias drogados, turistas cansados, gente que está lá só para bater papo, sujeira e desconforto. Mas a fonte é linda!

 

Se estiver passando....

Na rue Aurouze há uma loja de "destruição de animais nocivos - pragas". Eu já tinha lido sobre esta loja e como ela exibe suas vítimas na vitrine... sim... ratos pendurados pelo pescoço! Minhas fotos ficaram ruins, não dá para ver os ratos!


 

Mapa dos locais indicados neste site:

 

Mais lugares para conhecer:

 

  • Brasserie Pied de Cochon = uma cervejaria que é um grande restaurante informal e atende sem reserva. É um templo do kitsch que funciona 24 horas. Foi aqui, ao lado do antigo mercado de Les Halles (hoje um shopping), que nasceu a tradição de tomar sopa de cebola gratinada de madrugada. esta sopa sai por €6,90 e fica na 6, rue Coquillère perto do  metrô Châtelet.
  • Restaurante Aux Tonneaux des Halles = (abaixo de 30 euros) É um genuíno bistrô parisiense, com bar e com uma cozinha das menores de Paris. O serviço não é particularmente rápido, mas quando a comida é boa assim, isso passa a ser um detalhe. Vinhos a bom preço. Fica na 28 Rue Montorgueil, 75001 Paris. Tel: +33 1 42 33 36 19. Não possui site.
  • Angelina: doceria e cafeteria muito procurada, mas muito procurada que é possível que você não consiga entrar nela
  • Le Palais Royal8 Rue de Montpensier, 75001 Paris
  • Paroisse Saint-Eustache: Construída em 1532 e 1640, possui uma fachada gótica e um lindo interior renascentista. Seu órgão de 8 mil tubos é famoso já que Berlioz e Liszt o tocaram no século XIX. Você pode ouvir um recital aos domingos às 17h30
  • Square du Vert-Galant: Sob a Pont-Neuf, Jacques De Molay, mestre dos templários, foi queimado em 1314 sob a ordem de Philippe le Bel.
  • Rue de la Ferronnerie: Foi nessa rua que o Rei Henri IV foi assassinado por Ravaillac em 14 de maio de 1610 às 16h15. Uma placa no chão mostra o lugar exato.
  • Galerie Véro-Dodat: é uma galeria comercial coberta que liga as Rue de Jean-Jacques Rousseau e Rue de Croix-des-Petits-Champs. Foi construída em 1826.
  • E. Dehillerin é loja tradicional de utensílios de cozinha não muito distante do Louvre, na 18-20 Rue Coquillière, 75001 Paris.
ATENÇÃO: Algumas informações descritas no site podem mudar, como por exemplo, preços, horários de funcionamento e até mesmo endereços. Consulte sempre antes de ir! Não possuímos vínculos com as empresas, serviços e profissionais mencionados neste site 😉

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