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DIÁRIO DE BORDO: Cancún além de praias
Postado por Estela T em julho 11, 2016 Editado em janeiro 11, 2017

Roberta fez uma viagem ao Cancún além de praias, no México, então incluíu visitas a Yucatán, Playa del Carmem, Riviera Maya, Tulum e Chichén-Itzá com o marido e sogros. A viagem foi em pleno inverno da região, proporcionando dias ora com sol, ora mais frios, ora mega quentes e sempre com muito vento. A seguir, vamos acompanhar o que Roberta absorveu do Cancun e sua experiência com a cultura maya!

Roberta e seu marido Eduardo

Meu nome é Roberta, sou Paulistana, Administradora de Empresas, mãe da pequena Martina e esposa de um cara excepcional, o Eduardo. Vivemos em uma cidade com apenas 40.000 habitantes no interior de Goiás e isso nos motiva a cair na estrada sempre que temos oportunidade, pois nossos dias não possuem muitas novidades ou lugares novos para explorar. 
Eu gosto muito mais de cidade e movimento. Quando quero relaxar prefiro lugares frios e o campo, mas não descarto uma praia jamais. Já o Eduardo prefere a praia, e como este é o nosso gosto em comum, fizemos nossa última viagem para o Caribe.
Como fizemos curso de mergulho e isto acaba nos motivando ainda mais a preferir praias a montanhas.

 

 

 

Praia do resort

A praia em que o resort está localizado possui águas límpidas e formações de piscinas naturais. Segundo Roberta, ao redor dele não há aquelas praias “comuns” com areia para se esticar e tomar banho de mar para aproveitar as ondas. Quem quer aproveitar a praia tradicional, Roberta recomenda outro lugar para se hospedar. Mas quem quer sombra e água fresca, certamente este é “o local” ideal.

“A decisão de viajar para o Cancún começou em plena lua de mel, há 4 meses antes desta viagem! Na ocasião, meu marido e eu recebemos uma oferta para reservar uma semana de estada no Hard Rock Café da Riviera Maya a um valor promocional. O destino era perfeito por causa do nosso interesse em conhecer as ruínas e a cultura Maya. Para este fim, a localização do resort foi fantástica!

Pirâmide de Yucatan

Para nos aprofundarmos mais sobre a cultura maya, visitamos o XCaret que é um parque maravilhoso. Lá eles se auto denominam como um santuário onde o trabalho de preservação de espécies nativas e do meio ambiente marca presença, além de combinar as tradições culturais mayas (acesse o site aqui).


O parque possui atrações para todas as idades com atividades cultuais, aventuras como rios para atravessar, grutas para explorar, praias com água cristalina e  atividades para crianças, restaurantes, etc. Há várias apresentações e shows que contam sobre os mayas pré-hispânicos e tudo sobre as culturas mexicanas,.

Assistimos a um show com os cavaleiros e a um outro show que conta toda a história do país (que eu achei imperdível).

Chegamos por volta de 11h e saímos quando o parque estava fechando. Vale muito a pena!

Adoramos visitar as ruínas Mayas, em especial, Chichén-Itzá. Recomendo você ir facilmente de carro, porque a vantagem é que você chega cedo e pode ir embora cedo, ou seja, não perde seu dia em grupos. A dica que passo é que é fundamental contratar um guia local.

Chegando lá, os locais nos cercaram com muitas coisas para vender. Lógico que compramos vários souvenires, mas fique atento para não confundir os produtos feitos com massa que imitam madeira. Então a dica é que os souvenires feitos de madeira valem a compra! Nestes parques os souvenires saem mais em conta que nos centrinhos das cidades.

===GALERIA

Detalhe de Chichén-Itzá

Na volta almoçamos na cidade ValadollidYucatán, no restaurante “La Casona de Valladolid”.

Fomos em Março de 2015 e a ventania não nos deixou fazer os mergulhos e nem os passeios com barco que gostaríamos de ter feito.
Uma curiosidade foi ter notado a estatura dos habitantes locais. Por serem descendentes dos Mayas, mesmo após a invasão espanhola misturando as etnias, as pessoas fora dos hotéis são pequenas, muito pequenas mesmo”
(mas detalhe… a Roberta não tem estatura nem pequena e nem média rsrsrs). “Os Mayas não chegavam a 1,5 de altura praticamente.

 

 

A comida local é fantástica!

Visitamos um centro esportivo onde aplicaram uma tecnologia incrível de acústica. Era possível se comunicar com pessoas do outro lado do campo sem precisar gritar tamanha a engenharia empregada! Nestes jogos o capitão do time campeão era sacrificado e oferecido aos deuses em troca de chuva. Era uma honra ser sacrificado para este fim!

Dicas que são sempre úteis:

“Estávamos a 1h do aeroporto de Cancun. Conseguimos transfers de ida e volta pelo hotel (o valor gira em torno de US$30 por pessoa e por trecho).

A comida mexicana é composta de variações de tortilhas com carne, molho apimentado, feijão, queijo e guacamole.

Como fomos no inverno e ventava muito, não conseguimos fazer passeios de barco e mergulhos. Com o mar revirado a visibilidade limitada não compensaria o passeio.

 

Tanto em Tulum quanto em Chichén-Itzá contratar um guia é fundamental para entender a história local. Como alguns pontos acabam sendo contraditos em diferentes ruínas, recomendo leitura sobre os locais antes do passeio.

 

Roberta com o marido Eduardo e o sogro em Yucatán

Alugamos um carro e com ele fomos em todos os lugares que quisemos ir. Pagamos US$70 por dia. Compensa muito tendo em vista os valores das excursões propostas pelos hotéis. Além disso, tem o ganho no tempo. Você faz o que quer, quando quer e volta quando acabou de ver o que queria.
As estradas do Cancún são fáceis de dirigir. As placas funcionam muito bem. Não precisa de carteira de habilitação internacional. A brasileira serve.

Os brasileiros não precisam de visto para entrar no México e o país não exige nenhuma vacina.
Apesar de terem moeda local, para os turistas tudo gira em torno do dólar. Fazem a conversão 17 x 1 informalmente.

Compramos pesos mexicanos e com isso barganhamos os preços dos souvenirs, taxis e restaurantes. Na conversão sempre há perdas.”

Todas as fotos são de autoria do entrevistado e cedidas para uso exclusivo do Itinerário de Viagem. Direitos reservados, por favor, respeite!

 

 

 

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